Manaus – Na manhã desta segunda-feira (27), o deputado federal eleito pelo Estado do Amazonas, Marcelo Ramos (PR), publicou em sua conta no Twitter, ataques caluniosos e mal estruturados contra a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), informando que o órgão federal realizou obras sem licitação e com adesão ilegal à ata de registro de preços para serviços de manutenção, com uma construtora que seria de um amigo do Superintendente Alfredo Alexandre Menezes Júnior.

Em resposta ao parlamentar, a Suframa emitiu uma nota desmentindo a publicação de Marcelo Ramos, informando que em respeito ao princípio da economicidade, atendeu apenas à recomendação do TCU (Tribunal de Contas da União) para contratação de empresa de manutenção predial sob demanda.

O órgão também informou que contratou por meio de adesão à ata pública, uma empresa para realizar a manutenção predial das sedes de suas coordenações regionais e escritórios das Áreas de Livre Comércio (ALCs) que se encontravam há pelo menos dez anos, sem qualquer tipo manutenção.

A Manutenção predial é o ramo que cuida de toda a infraestrutura de uma construção, através de serviços de reparos e consertos até vistorias periódicas para checar se tudo está funcionando bem.

 

 

A nota: 

Suframa informa que, em respeito ao princípio da economicidade, atendeu à recomendação do TCU para contratação de empresa de manutenção predial sob demanda.

Nesta segunda-feira, 27 de janeiro, o deputado federal Marcelo Ramos publicou em sua conta pessoal no Twitter, a seguinte mensagem:

“Suframa faz obras sem licitação com adesão ilegal à Ata De Registro de Preços para serviços de manutenção com Construtora de amigo do Superintendente. A contratação é escandalosa e já estou levando a denúncia ao MPF, CGU, TCU e PF”.

Em resposta à postagem do parlamentar, ainda que não tenha recebido qualquer demanda oficial, a Suframa sente o dever de esclarecer à sociedade que, em respeito ao princípio da economicidade, contratou por meio de adesão à ata pública empresa para realizar a manutenção predial das sedes de suas coordenações regionais e escritórios das Áreas de Livre Comércio (ALCs) que encontravam-se – há pelo menos dez anos – sem qualquer manutenção.

A contratação da empresa se deu atendendo a uma recomendação feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU), desde 2015, para substituir o contrato vigente que estipulava um valor mensal a ser pago independente da existência do serviço, gerando uma despesa sem sentido para a Autarquia federal.

A nova contratação gerou uma redução exponencial nas despesas fixas da Suframa e – a exemplo de todos os demais contratos da Autarquia – foi acompanhado de perto pela Procuradoria Federal, órgão da Advocacia-Geral da União (AGU) que tem sido grande parceiro na busca pelo uso racional dos recursos públicos na Superintendência da Zona Franca de Manaus.

Outrossim, a Suframa informa que está de portas abertas para esclarecer qualquer dúvida sobre sua atuação, com o mesmo zelo, seja ela vinda de nossos representantes parlamentares, dos órgãos de controle ou de qualquer cidadão ao qual servimos.

http://site.suframa.gov.br/noticias/nota-a-sociedade-1?fbclid=IwAR31yjhTsiMV7-Y3kf-60txXboRPDi84_UWnzIiejD9HNj-6CD8wCMw421o