Os principais desafios da economia e crescimento pós-pandemia no Brasil

Por Thiago Quara em 19 de novembro de 2021 às 8:48 | Atualizado 19 de novembro de 2021 às 8:48

Mundo – O Brasil é um dos países mais afetados e muitas indústrias tiveram suas portas fechadas ou quase chegaram a esse ponto com a alta paralisação da economia. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 70% das indústrias apresentaram um impacto geral negativo e 40% das empresas paralisadas por total na pandemia, tiveram que fechar suas portas.

Aos poucos, a economia vem sendo retomada, seguindo todos os protocolos de saúde recomendados pelo governo junto com os órgãos de saúde.

A econômica tem sido um dos principais desafios das empresas de todo o mundo, principalmente no Brasil, onde a crise da COVID-19 continua em alta e ainda preocupa organizações de todos os tamanhos e segmentos. Com a pandemia e o isolamento social, houve um choque de oferta e, consequentemente, os países começaram a apontar algumas medidas mais populistas.

Hoje, há uma pressão dentro das organizações para reduzir custos e, ganha protagonismo por ser um setor que pode contribuir para este corte de gastos. Com todas as incertezas, é indispensável o investimento em tecnologia. A cadeia de suprimentos ganhou uma resposta crítica dos processos já que não há como revê-los e organizá-los sem o uso de ferramentas tecnológicas. Por isso, reduzir os riscos é fundamental e é preciso diversificar a cadeia para ter o controle dos custos.

Diante das limitações impostas pela pandemia, foi necessário abandonar hábitos antigos e criar formas diferentes de trabalhar e potencializar resultados. Além desta adaptação, os processos de mudanças e rupturas com o avanço do ambiente digital trouxeram diversas tendências não tão novas assim, mas que serão indispensáveis daqui para a frente.

Todo este cenário mostrou que as organizações terão que se tornar mais eficientes no seu segmento e no produto que oferecem. E, por consequência, vão precisar de um maior investimento no processo de digitalização. Isso porque é fundamental que as organizações foquem no core business e terceirizem os demais serviços impactando, diretamente, no corte de custos.

 

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