Black Friday 2021: sete coisas que você não deve fazer na hora de comprar

Por Bruno Almeida em 25 de novembro de 2021 às 8:48 | Atualizado 25 de novembro de 2021 às 8:48

Brasil – A Black Friday 2021 acontece nesta sexta-feira (26), e os consumidores precisam estar atentos para fazer compras inteligentes e com segurança. Adquirir produtos de qualidade questionável só porque estão baratos e comprar em lojas desconhecidas que anunciam promoções “imperdíveis” são exemplos de atitudes que podem levar a um mau negócio.

Além disso, esquecer de aplicar cupons de desconto e ativar o cashback — recursos oferecidos por plataformas como Méliuz e Cuponomia — fará com que o consumidor deixe de economizar boas quantias. Para te ajudar a aproveitar as melhores promoções na Black Friday 2021 sem prejuízos, preparamos uma lista com sete coisas que você não deve fazer na hora de comprar.

1. Comprar produtos de qualidade questionável apenas por conta do preço

Mais importante que o desconto ou preço baixo é a qualidade do produto. Portanto, antes de efetuar uma compra, pesquise sobre a fabricante da mercadoria e certifique-se de que a marca é confiável. Vale, por exemplo, buscar reviews feitos por especialistas no assunto e avaliações de outros consumidores que compraram o produto. Outra dica é considerar o custo-benefício da mercadoria, para ter certeza que vale realizar o investimento.

2. Adquirir produtos em lojas desconhecidas que oferecem promoções ‘imperdíveis’

A Black Friday não é o momento para apostar em lojas desconhecidas, principalmente se estas oferecerem ofertas “boas demais para serem verdade”. Isso porque muitos criminosos aproveitam o evento para criar sites falsos e fisgar consumidores mais desatentos, roubando os dados das vítimas.

Por isso, é fundamental verificar se uma loja é confiável antes de comprar.

3. Concluir a transação sem aplicar cupons de desconto

Mesmo que o produto que você deseja comprar já esteja com um bom desconto na Black Friday 2021, é possível garantir preços ainda mais baixos. Para isso, uma boa dica é recorrer a sites que oferecem cupons de desconto. As plataformas são fáceis de usar e têm parcerias com diversas marcas e varejistas. Em geral, também oferecem extensão para Chrome, o que agiliza a aplicação do desconto à compra.

Plataformas como Cuponomia, Cuponeria, Méliuz e Picodi também são opções para conseguir descontos nas compras de Black Friday.

4. Esquecer de conferir o frete

A ansiedade para fazer uma compra e aproveitar um desconto que parece generoso pode fazer com que um detalhe passe despercebido: o valor do frete. Para evitar surpresas desagradáveis, lembre-se de simular o valor do frete ao adicionar o produto ao carrinho. Em alguns casos, pode valer a pena comprar mais produtos para aproveitar condições especiais de frete grátis.

5. Não ativar o cashback antes da compra

Além de aplicar cupons de desconto, é possível ativar cashback para economizar ainda mais nas compras da Black Friday. Sites como Méliuz e Cuponomia, famosos por disponibilizar códigos de desconto, também oferecem o benefício do dinheiro de volta. A quantia recuperada pode ser transferida para a conta corrente do consumidor e usada em futuras compras.

6. Efetuar compras por boleto

Para garantir maior segurança nas compras, dê preferência a cartões de crédito ao efetuar o pagamento e evite pagar com boletos. Isso porque este método é frequentemente usado para a aplicação de golpes. Além disso, o processo para estorno de boletos é bem mais complicado, o que dificulta a vida de consumidores que querem devolver a mercadoria e obter o dinheiro de volta.

Caso o pagamento via boleto seja a única opção oferecida pela loja, verifique as informações do vendedor e confirme a reputação do e-commerce. Além disso, dê prioridade à leitura automática do código de barras e evite instalar extensões suspeitas no navegador.

7. Utilizar redes públicas de Wi-fi para fazer compras

Redes públicas de Wi-Fi são mais vulneráveis e podem representar um perigo para quem pretende fazer compras online na Black Friday 2021. Ao acessar aplicativos de lojas ou bancos por esse tipo de conexão, o usuário pode ter seu acesso rastreado por invasores dentro da rede, tornando-se uma presa fácil para criminosos que tentem roubar os dados. O ideal, segundo especialistas, é iniciar e concluir transações financeiras apenas em redes domésticas.

No entanto, se você precisar usar redes Wi-Fi públicas de shoppings ou outros estabelecimentos, é recomendado tomar algumas precauções. Evitar fazer login por meio de redes sociais, usar uma VPN, não acessar páginas sem a verificação de segurança e nunca habilitar o compartilhamento de arquivos estão entre as orientações de especialistas.

Com informações do Tech Mundo. 

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