Bomba! Presidente da Samel tira a máscara de Arthur Virgílio e Betinha Valeiko em rede nacional: “Eles roubaram!”; veja o vídeo

Por Letícia Souza em 17 de junho de 2021 às 21:13 | Atualizado 18 de junho de 2021 às 15:41

Manaus – Durante uma entrevista dada ao Portal Foco no Fato, o empresário Luiz Alberto Nicolau fez duras críticas a Arthur Virgílio Neto e a esposa Elisabeth Valeiko acerca do mandato de ex-prefeito durante a primeira onda da pandemia da Covid-19 em Manaus.

“A palavra adequada para o prefeito Arthur é ladrão mesmo. Eu falei pra ele. Eu tenho áudio de eu falando pra ele. Pra ele e pra esposa dele. (…) E parece que a gente aqui em Manaus tinha uma prefeita, e não um prefeito [referindo-se à postura de dona da prefeitura que a esposa de Arthur, Elisabeth Valeiko, tinha]. (…) Eles foram pra lá pra roubar!”, disse Beto, expondo o que toda a sociedade manauara sempre pensou, já que o casal sempre vendeu a imagem de família perfeita, mas, de perfeita, não tem nada: exemplo disso é que o filho da ex-primeira dama responde por homicídio.

Veja vídeo:

Ainda durante a entrevista, Beto faz uma série de denúncias sobre setores pelos quais a Prefeitura de Manaus era responsável no hospital de campanha Gilberto Novaes, como lixo e lavanderia, e que tiveram contratos com valores exorbitantes, cerca de cinco vezes mais caro.

Beto exemplifica com o caso do serviço de esterilização, que o grupo Samel se ofereceu para realizar gratuitamente, e que Arthur Neto preferiu pagar cerca de meio milhão de reais, quando a atividade não chegava a custar cinquenta mil. Essas ações de valores estrambólicos que Arthur fazia são claros indícios de corrupção, o que confirma as fortes denúncias de farra com o dinheiro público num momento tão crítico da saúde em Manaus.

“O prefeito Arthur disse que gastou R$ 3 milhões e pouco em EPI [Equipamento de Proteção Individual], mas não entrou nem R$ 50 mil de EPI da prefeitura. Ele disse que entrou R$ 50 mil em remédios, mas não chegaram lá 3 mil”, afirmou Beto.

O Grupo Samel chegou a escrever uma carta para anunciar a saída da participação no hospital de campanha por não concordar com os métodos administrativos adotados pela Prefeitura de Manaus, que eram métodos de “roubalheira”, como disse Beto.

“É um irresponsável, um malandro, que fechou um hospital que fez muita falta!”, disse Luiz Alberto Nicolau.

Por fim, Beto declarou sua indignação pelo fato de o ex-prefeito Arthur Virgílio Neto ainda não ter sido convocado para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, no Senado Federal, que investiga as condutas adotadas na saúde pública no combate à pandemia no Brasil. Para o empresário, e para grande parte da população manauara, Arthur Neto e Elisabeth Valeiko devem muitas explicações sobre as condutas adotadas na pandemia.