Brasil – Em 14 de março deste ano, o ciclone Idai causou devastação em Moçambique, Zimbábue e Malauí, países do sudeste da África. Os ventos que chegaram a 140 KM/H, destruíram casas e causaram inundações.

O número de mortos já é superior a mil, sendo Moçambique o país mais afetado. Talvez nunca seja possível documentar o número exato de mortes, já que muitas pessoas ainda estão desaparecidas. Há também consequências secundárias, incluindo doenças como a cólera, que aumentaram como resultado de água e alimentos contaminados.

Após esta devastação, o povo moçambicano enfrentou outro desafio quando o ciclone Kenneth atingiu o país em 25 de abril, destruindo aldeias inteiras com ventos de até 280 KM/H matando mais de 40 pessoas. Mais de 3.000 casas foram destruídas e 18.000 pessoas tiveram que procurar proteção em abrigos.