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Estudante de Direito de 20 anos é assassinado no posto BR no Coroado em Manaus

Um estudante de direito foi atingido com um tiro na madrugada desta sexta-feira (21), no bairro Coroado, na Zona Leste de Manaus. O universitário Ricardo Aguiar Grifone, de 20 anos, estava em um posto de combustíveis quando um ocupante de um veículo atirou na direção do carro onde o ele estava. A motivação do crime ainda é desconhecida. A Polícia Civil iniciará as investigações do caso.

                                                                Crime ocorreu em posto na Avenida Cosme Ferreira, em Manaus

Segundo a família do universitário, Grifone estava com um amigo no carro. Eles haviam parado para abastecer o veículo em um posto de combustíveis na Alameda Cosme Ferreira, por volta das 2h20.

Um carro modelo Fiesta, de cor prata, também estava no posto e seguiu o carro do universitário. Logo em seguida, o amigo e Grifone ouviram barulho de tiro. O disparo atingiu o abdômen Ricardo Grifone, que estava no banco de passageiro. Os dois voltavam da divulgação da festa onde o amigo do universitário, que não se feriu – iria se apresentar.

“O amigo disse que não teve briga ou discussão no posto. O carro chegou dar sinal de luz para eles passarem e depois vieram seguindo atrás deles. Eles ouviram o barulho de tiro. O Ricardo disse que achava que tinha sido baleado. O amigo achou até que fosse brincadeira e percebeu que ele estava sangrando”, contou um primo da vítima, que prefere não se identificar.

Ricardo Grifone foi socorrido pelo amigo e levado para Hospital Pronto-Socorro (HPS) João Lúcio, situado na mesma avenida onde crime ocorreu. O jovem chegou consciente e caminhou até o atendimento de urgência. Horas depois de dar entrada no hospital, o estudante de direito morreu, por volta das 4h40.

“Não sabemos porque fizeram isso com ele. Ele era estudante de direito, estava no quarto período e trabalhava com o avô que é presidente do Sindicato dos Taxistas”, contou o primo.

O crime será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Ainda não há pistas sobre a motivação do assassinato e a família desconhece se o jovem estivesse sofrendo algum tipo de ameaça.

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