Amazonas – Apenas seis meses depois de quase quebrar o cofre do estado do Amazonas, o combalido Amazonino Mendes encontra forças para ensaiar mais uma campanha política. Mesmo tendo deixados diversas armadilhas para a gestão Wilson Lima, ainda há quem suponha a volta do prefeito que também quase acabou com a cidade de Manaus, de 2009/2012, quando a capital amazonense por mais de um ano foi elencada entre as mais esburacadas do Brasil..

Esta semana, foi flagranteado por um deputado da Assembleia Legislativa do Amazonas(que apagou a postagem) e depois repostado por um oficial da Polícia Militar, um carro de luxo com o simbolo político de Amazonino. O Veículo, de acordo com nossas fontes, é de Túlio Cáceres Kniphoff, um profissional na arte de bajulação, considerado sombra do senhor José Aparecido, amigo pessoal do ex-governador e que tem uma longa lista de publicações e denuncias em seu nome.

José Aparecido, que enfrenta diversos processos por improbidade administrativa do período em que foi o interventor de Amazonino no município Japurá, foi nomeado pelo velho cacique Amazonino, como Secretário de Estado de Produção Rural, após a eleição suplementar de 2017. Depois de nomeado, José Aparecido tratou de afastar todo e qualquer possível desafeto entupiu diversas salas da SEPROR com nomeações esdruxulas e sem sentido. Dentre as nomeações mais questionadas está a do bajulador Tulio Kinimpof, que nunca exerceu uma função administrativa, mas que passou a ser o responsável pela AGENCIA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ADS), responsável por todas as operações financeiras do Sistema Sepror, que alem de Sepror e ADS, tem ainda o Idam(Instituto de Desenvolvimento) e Adaf (Agencia de Defesa).

Túlio Cáceres Kniphoff, que chegou com um veículo uno branco ao Sistema Sepror, passou a autorizar diversas negociações dentro da ADS(muitas anuladas, de acordo com a imprensa local). Entre as autorizações, uma que autorizou a empresa de propriedade do senhor José Aparecido dos Santos, então o Secretario de Produção de Amazonino, a vender mais de R$ 1.000.000,00 (Um Milhão de Reais) em polpa de açaí para a merenda escolar do Amazonas. Ou seja, José Aparecido era o chefe do sistema Sepror, que comprava das empresas dele mesmo, sediadas em São Paulo, merenda escolar para o Amazonas. Uma grave falta ética do Governo Amazonino Mendes, sob a ciência de diversas autoridades, que fizeram vistas grossas para o caso.

Túlio Cáceres Kniphoffo, esperto personagem de inúmeras matérias denunciativas no Amazonas, em poucos meses conseguiu juntar verba suficiente para adquirir um carro de luxo e pedir, escondido atras do insulfilme(película escura) a volta do mestre dos apadrinhamentos. A denuncia chegou nesta terça-feira a tarde à nossa redação com a seguinte pergunta: “Até quando o jeito velho de fazer política, vai ter força no Amazonas?”