Roraima – O Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) instalou no ano de 2010 uma unidade jurisdicional do Juizado Especializado de Violência Doméstica e Familiar contra Mulher, que funcionou nas dependências das Faculdades Cathedral. A Juíza nomeada para o setor foi a Dra. Caroline da Silva Braz que atuava como substituta do Juizado da Infância e da Juventude.
A referida Unidade, foi criada através da Lei Complementar n° 163, de 19 de maio de 2010, tem como objetivo de processar, julgar e executar os processos cíveis e criminais da Comarca de Boa Vista, decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher.
Recomendação – O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, em sessão realizada no dia 6 de março, a recomendação nº 9, que sugere aos Tribunais de Justiça a criação de juizados de violência doméstica e familiar contra a mulher.

A criação dos juizados para atender mulheres vítimas de violência doméstica e familiar está prevista na lei 11.340, a Lei Maria da Penha, que indica a implantação de políticas públicas para garantir os direitos humanos das mulheres no âmbito de suas relações familiares e domésticas. A recomendação foi publicada no Dia Internacional da Mulher – 8 de março.
Resolução foi criada em 2006
Recomenda aos Tribunais de Justiça a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e a adoção de outras medidas, previstas na Lei 11.340, de 09.08.2006, tendentes à implementação das políticas públicas, que visem a garantir os direitos humanos das mulheres no âmbito das relações domésticas e familiares.

Portanto senhora Carolina você nunca foi a mãe da criança, para de espalhar fake News, e mentir para o povo de Manaus.
Foi o que a pré-candidata postou em suas redes sociais.

Competência Jurídica
Para iniciar essa série, começaremos pelo mais citado do momento.
Nessa última semana, completou 10 anos do primeiro Juizado da Violência contra a Mulher em Roraima.

E a manauara, Carol Braz, foi a juíza responsável por esse pioneirismo da pauta feminina por aquela terra. Imediatamente recebeu 3.000 casos que rodavam em diferentes Varas comuns, para que as mulheres tivessem o atendimento que merecem: Uma unidade da Justiça voltada totalmente a sua proteção e qualidade de vida.

Carol Braz foi uma das mais novas a ser nomeada ao cargo de Juíza no Estado de Roraima, e ainda com sua “pouca idade” marcou a história não só de Roraima, mas do Brasil no que diz respeito à luta dos direitos femininos.

É nítido em seu histórico que, até os dias de hoje, ela continua atuante, incansavelmente, na batalha pela segurança não só da mulher, mas do povo amazonense, atuando como voz ativa e destacando sua competência jurídica para elaborar planos que beneficiem diretamente os mais necessitados.

Carol Braz foi Juíza, e atualmente é Defensora Pública, foi secretária da Sejusc-AM e acima de tudo isso, é uma cidadã que luta pelo direito ao bem estar do nosso povo!

Destacando aqui sua força, Carol é expert no ramo jurídico. O que Carol fez em poucos meses como Juíza no Estado de Roraima prova que poucos recursos financeiros, tempo de exercício e idade não são limitadores para quem tem força de vontade e um propósito traçado.
Você acredita que uma pessoa com essa competência pode governar nossa cidade?

Carol Braz retornou ao Amazonas para atuar como Defensora Pública, pois optou por criar seus filhos em solo amazonense, terra onde é nascida e criada.