Manaus – O deputado Federal Átila Lins, presidente do Partido Progressista (PP) e o irmão dele deputado estadual Belarmino Lins, Secretário-Geral do partido, estão sendo acusados por sete funcionários de não pagar indenização depois que foram demitidos e que prestaram serviço ao partido nos últimos tempos.

Um dos funcionários do PP tinha 11 anos trabalhando na sigla e saiu com uma mão na frente e outra atrás. O total das indenizações chegam a R$ 100 mil.

Além de não pagar a indenização dos demitidos, desde de que os irmãos Lins assumiram o partido em junho/2019 eles não pagam os salários de alguns funcionários, e de outros parou os Lins param de pagar em setembro sem dar nenhum esclarecimentos, aviso prévio e as regras que cercam o regime CLT.

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