Veja momento em que marido mata friamente o rival em surto de ciúmes

Por Letícia Souza em 22 de outubro de 2021 às 21:06 | Atualizado 22 de outubro de 2021 às 21:11

Brasil – O ex-fuzileiro naval Jonathan Serra, de 26 anos, foi morto no último domingo enquanto assistia uma partida de futebol em São João de Meriti. A família acusa um antigo desafeto do jovem de ter efetuado o disparo.

Segundo uma parente de Jonathan, que prefere não se identificar, o homem que aparece atirando contra o militar em um vídeo é ex-marido de uma moça com quem Jonathan saiu uma vez, e que o persegue por ciúmes desde o ano passado. Ele e a mulher não estavam mais juntos. Jonathan já tinha recebido ameaças desse homem e chegou a ser agredido por ele.

— Em outra situação, ele chegou a dar um soco no Jonathan, mas ele não reagiu. Domingo ele estava em uma partida de futebol perto de casa, quem estava no campo falou que esse homem passou e falou algo para ele. Eles começaram a discutir, e o Jonathan mostrou a arma dele, mas a intenção dele não era matar. Não teve disparo — conta.

Um vídeo que registrou o momento em que Jonathan é atingido mostra o homem atirando contra ele e correndo em seguida. O ex-militar foi baleado no rosto.

Veja:

“Ele deu o tiro na cara. Foi para matar. Eu peço que a Justiça seja feita. Ele deixou dois filhos pequenos, deixou a mãe, a família. Morreu dessa forma brutal, covarde. Ele nunca matou uma mosca”, disse a familiar.

Segundo ela, o suspeito tem histórico de violência doméstica e agredia a ex-mulher, inclusive na frente da família de Jonathan.

— Ele interrompeu a vida de um jovem cheio de sonho — diz.

Depois de nove anos na Marinha, Jonathan foi licenciado no mês passado e estava se preparando para prestar concurso para a Polícia Militar. Ele deixou dois filhos, um de 5 e outro de 2 anos de idade. O corpo dele foi enterrado na última terça-feira no Cemitério de Irajá, na Zona Norte do Rio. Procurada, a Polícia Civil ainda não confirmou se identificou o suspeito. A investigação está com a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

* Com informações do Extra

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