Veja como ficou o corpo da jovem que era torturada com faca quente pelo próprio namorado; cenas fortes

Por Bruno Almeida em 6 de julho de 2021 às 15:07 | Atualizado 6 de julho de 2021 às 15:07

Brasil – Uma jovem de 18 anos, de iniciais M.A.F, era mantida em cárcere privado, enquanto sofria outros tipos de violência, como espancamento e queimaduras feitas com a utilização de uma faca. O acusado era o seu próprio namorado. O caso ocorreu no interior de Porto de Moz, cidade localizada na região do Xingu, no estado do Pará.

As informações foram repassadas por um morador de Porto de Moz, que pediu para não ser identificado, mas que testemunhou o atendimento da agredida, que está sob cuidados médico e psicossocial. O caso só veio à tona na manhã desta segunda-feira (5).

M.A.F conseguiu fugir, na sexta-feira (2), da casa da mãe do namorado, localizada no bairro Biata. “A fuga só foi possível porque o namorado havia saído para vender farinha de mandioca, momento em que a adolescente correu atrás de socorro. Uma moradora socorreu a jovem”, conta o morador.

O crime de violência doméstica já é de conhecimento da Polícia Civil. De acordo com o artigo 5º da Lei Maria da Penha, violência doméstica e familiar contra a mulher é “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial”.

No sábado (3), a vítima, acompanhada da moradora que a socorreu e a acolheu, registrou um boletim de ocorrência e seguiu para realizar o exame de corpo delito. No mesmo dia, o Centro de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS) atendeu M.A.F.

Nas fotos e vídeos que já circulam nas redes sociais, a jovem apresenta queimaduras nas coxas, barriga e costas, todas feitas por faca. “Ela apresenta uns quatro ferimentos grandes na cabeça. Ele a torturava com agulhas”, revelou a fonte.

Veja vídeo:

A Polícia Civil do Pará emitiu uma nota, onde diz: “A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Porto de Moz, informa que um Inquérito Policial foi instaurado e investiga o caso, de forma sigilosa, para resguardar a integridade da vitima”.

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