Manaus – Os oito celulares que foram apreendidos ou ligados ao médico Antônio Caleb Lopes (78), trouxeram novos rumos às investigações do Ministério Público. Isso porque em apenas um aparelho foi encontrado cerca de 200 contatos de mulheres que negociavam aborto de forma clandestina com o médico.

O médico cobrava valores que chegavam até R$8 mil para realizar o procedimento ilegal e na maiorias das mulheres interessadas no serviço são de classe média. Caleb foi preso junto com sua esposa, Maristela Melo da Silva (39) que é apontada como a administradora que fazia o contato com as mulheres.