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Membro do PCC que matou e ateou fogo em mototaxista é preso; Imagens fortes

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A Polícia Civil de Tucumã (PA), município distante 262 quilômetros de Parauapebas, deu cumprimento ao mandado de prisão contra Danilo Saldanha Soares. Homicida e perigoso assaltante, o jovem é integrante da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A operação Fechando o Cerco foi desencadeada na tarde desta quarta-feira (6) de cinzas, naquele município.Além de vários assaltos em Tucumã e Ourilândia do Norte, Danilo também é acusado de ter assassinado em um domingo (3) de fevereiro deste ano, o mototaxista Maurivan Coimbra de Sousa, 38 anos, após um desentendimento que gerou briga em um bar na zona rural de Parauapebas.


A operação Fechando o Cerco foi desencadeada pela equipe de Policiais Civis formada pelo Rafhael Machado, investigadores Vasconcelos e Moreira, bem como o escrivão Xavier.
Relembre o caso
Um fato macabro intrigou até mesmo a polícia. Um homem foi espancado, arrastado numa vicinal de piçarra, zona rural de Parauapebas, depois, teve o corpo incendiado, morrendo carbonizado. De acordo informações, o crime foi registrado na localidade conhecida como Vale das Águas, a 15 quilômetros do centro da cidade, na tarde deste domingo (3).


A polícia ouviu Maria do Bom Parto Alves, proprietária de um bar, onde assassino e vítima estavam. Ela informou que os dois ingeriam bebida alcoólica quando se desentenderam e um deles atirou cerveja no rosto do outro. “Primeiro chegou um homem que estava em uma moto amarela, depois, o que estava lá em baixo e que chegou em uma moto preta veio aqui para cima e jogou uma lata de cerveja na cara do outro. Eu saí de dentro da cozinha e fui tentar evitar a briga, porém, no momento em que eles me empurraram, lembrei de um conselho de um delegado que me falou que quando alguém tivesse brigando, para eu não apartar a briga de ninguém. Eles começaram a discutir e pedi para eles saírem e não vi mais nada”, relatou.Os investigadores Baiano e Fátima souberam que Maurivan Coimbra de Sousa, 38 anos, que seria mototaxista, levou uma paulada na cabeça, foi amarrado em uma corda ligada a uma motocicleta e arrastado na estrada por aproximadamente 500 metros. O assassino, ainda não identificado, ateou fogo na vítima ainda desmaiada, mas a PC acredita que ele ainda estava vivo quando incendiava e se contorcia de dor.
O crime chocou moradores das zonas rural e urbana.


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