Amazonas – O juiz Carlos Henrique Jardim da Silva, da Comarca de Iranduba, acaba de expedir um mandato de busca e apreensão Casa de Campo, do presidente do sindicato dos rodoviários, Givancir de Oliveira, no quilômetro 06, da estrada que liga Manaus ao município de Iranduba.

Segundo informações do advogado da parte, Silvio Costa, a justiça busca colher todas as provas necessárias para dar seguimento ao processo contra a ex-sindicalista. “Esse é um processo natural de cruzamento de provas ou não do envolvimento do acusado na morte do autônomo Bruno Freitas Guimarães e os tiros dado no transexual Thelcy Freitas”, afirmou.

O crime aconteceu no último sábado (29), no município de Iranduba, com grande repercussão nas mídias locais.

 

Pedido de liberdade

Givancir pediu aos seus advogados que não entrassem com pedido de habeas corpus e nem com pedido de relaxamento, porque quer que as investigações continuem sendo conduzidas sem interferência nenhuma da parte acusada e, porque também não quer que o acusem de atrapalhar as investigações.

O telefone de Givancir já foi confiscado para verificar, nas investigações, o cruzamento das ligações no horário do crime. De acordo com o próprio Givancir, ele estava em “outro local no momento do crime e as investigações vão provar isso”.

Da mesma forma pensa a defesa do acusado. De acordo com os advogados do presidente sindical, eles esperam que se façam todas as investigações necessárias, que cruzem dados, depoimentos, então só depois de concluído o processo de investigação e apresentado o resultado, é que a defesa entra em ação.

O pedido para que nada interfira nas investigações foi feito pelo próprio Givancir. Ele confirmou que quer ficar preso até a conclusão do processo.  

Com informações de: Correio da Amazônia