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Doceira é condenada a 30 anos de prisão por enviar bombons envenenados

Da redação | 08/08/2017 11:00

Acusada de enviar bombons envenenados, a doceira Margareth Aparecida Marcondes foi condenada a 30 anos e três meses de prisão em regime fechado por quatro crimes de tentativa de homicídio. O caso ocorreu em março de 2012, em Curitiba, no Paraná.

A suspeita enviou à família da adolescente Talita Machado Teminski os doces de sua festa de 15 anos. Antes de oficializar a encomenda, Margareth enviou algumas amostras para a casa da menor por meio de um taxista.

Envenenada, Talita chegou a ficar internada na UTI por oito dias e teve duas paradas cardíacas, outros três menores também provaram os doces e passaram mal.

À Polícia Civil, a ré, que era amiga da família da vítima, não soube explicar o motivo do crime.

Para os investigadores, a doceira teria gasto os R$ 7,5 mil que a família adiantou para a produção dos doces. Ela teria, então, enviado os bombons envenenados na tentativa de adiar a comemoração.

Ainda segundo a polícia, a doceira agrediu o ex-marido quando ele descobriu o crime. Ela teria golpeado a vítima, que ficou desacordada, com um rolo de macarrão.

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