Dois dias

A prisão de hoje é para que sejam cumpridos os dois dias restantes da prisão temporária de cinco dias suspensa pelo habeas corpus, que retirou Nejmi do presídio no dia 21 de julho, de acordo com o advogado de Nejmi Aziz, Alberto Simonetti Neto.

Ela foi presa no dia 19, data em que foi deflagrada a Vertex.

Possibilidades

A prisão temporária pode ser concluída sem que, ao final PF e MPF, façam qualquer novo pedido à justiça sobre o investigado. Mas há também outras duas possibilidade: o pedido de prorrogação da prisão temporária por mais cinco dias e o de conversão da temporária em preventiva, sem prazo para que o investigado deixe a prisão.

Juristas ouvidos pelo blog, que pediram para não serem identificados, avaliam que a restauração da prisão temporária pode acender uma luz amarela na defesa de Nejmi.

Defesa tentou evitar volta à prisão

A defesa de Nejmi tentou evitar a volta dela para o presídio, mas os habeas corpus foram negados por desembargadores do TRF (Tribunal Regional Federal 1).

Dois negaram e um a liberou, sendo que a última decisão sobre o caso foi por determinar a volta da ex-primeira-dama à prisão para cumprir os dois dias restantes de prisão temporária.

“Esta foi uma prisão determinada pelo magistrado para cumprir os dois dias da prisão temporária restantes. Entramos com o habeas corpus, aceito e depois cassado pela relatora. Entramos com novo pedido, que foi cedido, mas foi cassado de novo pelo outro relator”, declarou o advogado Alberto Simonetti Neto.

MPF não recorreu

O advogado informou que as decisões foram tomadas pelos relatores que assumiram o caso nestes dias, sem que o MPF (Ministério Público Federal) tenha recorrido do habeas corpus da ex-primeira-dama.

A assessoria de comunicação do MPF, no Amazonas, informou que também não tem notícias que a procuradoria que atua em Brasília no TRF 1 tenha apresentado recursos ao habeas corpus.

Defesa recorre ao colegiado para soltura de Nejmi

Simonetti informou que a defesa já entrou com novo habeas corpus. Desta vez, o pedido liminar foi direcionado ao colegiado do TRF 1.

“Estamos aguardando a decisão”, declarou o advogado.

com informações Blog da Rosiene Carvalho