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Hollande faz minuto de silêncio por policiais mortos em ataque terrorista

Da redação | 15/06/2016 10:40

PARIS — O presidente francês, François Hollande, liderou uma homenagem ao casal de policiais mortos em Magnanville na segunda-feira. O ataque, reivindicado pelo Estado Islâmico (EI), foi cometido pelo marroquino Larossi Abballa na casa dos agentes franceses. O assassino, que acabou morto pela polícia na ação, já havia sido preso por conexões jihadistas em 2013.

A cerimônia aconteceu no Ministério do Interior da França, em Paris. Ao lado de Hollande, ministros e agentes policiais fizeram um minuto de silêncio pelo chefe de polícia Jean-Baptiste Salvaing e sua mulher, Jessica Schneider, que era agente administrativa da polícia.

Por volta das 21h de segunda-feira, Abballa interceptou o agente da polícia de Les Mureaux do lado de fora da casa do policial e o esfaqueou até a morte. Depois, entrou na residência, onde matou a mulher do agente (que trabalhava numa delegacia da cidade próxima de Mantes-la-Jolie).

O filho do casal, de apenas 3 anos, estava na casa mas saiu sem ferimentos do episódio. Ele foi socorrido em estado de choque.

O criminoso transmitiu um vídeo de 12 minutos sobre o ataque em sua página do Facebook. Sem sucesso nas negociações, uma equipe de elite da polícia o matou durante a invasão.

— Vamos fazer da Eurocopa um cemitério — disse ele na gravação, citando o torneio europeu de futebol que está sendo disputado na França. — Acabei de matar um policial e sua mulher. Estou seguindo as ordens de (Abu Bakr) Baghdadi para matar os infiéis em suas casas com sua famílias.

Nas negociações com os policiais, o extremista informou ser muçulmano praticante e, ao atacar, gritou “Alá é grande”. O criminoso tinha uma lista de alvos com nomes de mais de cem pessoas, incluindo policiais, jornalistas e rappers.

Abballa foi condenado em 2013 com outras sete pessoas por ajudar radicais islâmicos a viajarem ao Paquistão para montar divisões de organizações terroristas, mas foi liberado por ter cumprido a pena preventivamente. Estava preso desde 2011 por envolvimento com a célula.

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