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Forças de inteligência intervêm em sede policial após morte de general na Venezuela

Da redação | 30/05/2016 13:20

CARACAS — Nesta segunda-feira, o serviço de inteligência venezuelano deu início a uma intervenção na sede da polícia do município de Chacao. A medida veio após a prisão de dois funcionários da corporação, supostamente vinculados ao assassinatos do ex-comandante e general Félix Velásques na semana passada em Caracas.

Cerca de 20 efetivos do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (SEBIN) foram enviados à sede da polícia local, que deverá manter suas atividades. Segundo o prefeito da cidade, trata-se de uma intervenção técnica para facilitar as investigações.

Kedingers García Salazar e Edgar Tovar Martínez foram presos após serem considerados suspeitos de envolvimento no assassinato de Velásques. Outras duas pessoas, Yaemil Jesús Brito e Santiago José Viera Escobar, também foram detidas no caso.

O assassinato do militar aposentado, que foi chefe de segurança do ex-presidente Hugo Chávez em 2003, provoca polêmica no país. O ministro do Interior, Gustavo González López, sugeriu que a oposição poderia estar envolvida no crime — com o objetivo de interromper o processo para um possível diálogo entre o governo e a oposição promovido por um grupo de ex-presidentes com apoio da Unasur. A declaração do ministro foi rechaçada pela oposição.

Velásquez morreu na manhã do último sábado por disparos de uma arma de fogo, enquanto estava a bordo de um carro com sua nete. Eles foram interceptados por dois homens em uma motocicleta, segundo autoridades locais.

Venezuela es uno de los países más violentos del mundo, con una tasa de homicidios que según cifras de la Fiscalía General cerró 2015 en 58 por cada 100.000 habitantes pero que de acuerdo con cálculos de la organización no gubernamental Observatorio Venezolano de Violencia alcanzó una tasa de 90 por cada 100.000 habitantes.

O prefeito de Chacao, Ramón Muchacho, pediu que o crime não seja politizado. Ele afirmou que a presença de uma moto de Polichacao na zona do homicídio indica que o crime pode ter tido mesmo a participação dos policiais.

— Se este não fosse o caso, eu seria o primeiro a denunciar — disse Muchacho ao “El Nacional”. — Quem não deve não teme. Esta polícia está aberta para ser inspecionada.

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