Mundo – Um gato de seis meses chamado “Pupi”, que sobreviveu à travessia do Mediterrâneo com seu dono tunisino, terá que ficar em quarentena, declarou nesta quarta-feira o prefeito da ilha italiana da Lampedusa.

O prefeito Toto Martello afirmou no Facebook que o felino, de pelagem laranja e patas brancas, ficou por alguns dias em um centro de acolhimento de migrantes com seu dono, depois de chegar à Itália em um barco em 1º de julho.

Ele foi então transferido para uma clínica veterinária.

As autoridades de saúde locais estabeleceram que o gato estava “de boa saúde” e não apresentava sintomas de doenças infecciosas, disse o prefeito. Um gato de seis meses chamado “Pupi”, que sobreviveu à travessia do Mediterrâneo com seu dono tunisino, terá que ficar em quarentena, declarou nesta quarta-feira o prefeito da ilha italiana da Lampedusa.

O prefeito Toto Martello afirmou no Facebook que o felino, de pelagem laranja e patas brancas, ficou por alguns dias em um centro de acolhimento de migrantes com seu dono, depois de chegar à Itália em um barco em 1º de julho.

Ele foi então transferido para uma clínica veterinária. As autoridades de saúde locais estabeleceram que o gato estava “de boa saúde” e não apresentava sintomas de doenças infecciosas, disse o prefeito. Mas terá que permanecer isolado de outros animais por seis meses para respeitar uma quarentena antirrábica.

Uma mulher da Lampedusa se ofereceu para cuidar de “Pupi”, acrescentou Martello, que assinou uma ordem de “custódia” do animal. Os migrantes da Líbia e de outras parte do norte da África continuam chegando à costa italiana, em seus barcos precários ou resgatados por embarcações humanitárias.

O jornal La Repubblica informou que cerca de 100 migrantes chegaram a Lampedusa em 1º de julho, em 11 barcos diferentes. “Essa história pode parecer sem importância, mas mostra quantos processos e tarefas, algumas inesperadas, a administração municipal deve realizar quando os migrantes chegam à ilha”, continuou Martello.

Fonte: Agence France-Press