Afastada do cargo há 4 anos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por suspeita de integrar um esquema de venda de decisões judiciais no Estado, que beneficiavam facções criminosas a desembargadora Encarnação Salgado, continua recebendo seus proventos que somados chegam a R$ 40 Mil mensais no total desde de 15 de junho de 2016 até os dias atuais a magistrada já recebeu em casa mais de 2 milhões de reais sem prestar expediente no Tribunal.
As informações estão publicadas no portal da transparência do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), OS proventos mensais R$ 13,9 mil do PAE (Parcela Autônoma de Equivalência), além do subsídio de pouco mais de R$ 35 mil e R$ 4,7 mil de indenizações, volumes esses equivalentes aos meses de janeiro a abril deste ano.

O processo que tramita no STJ contra a desembargadora está com status do dia 4 de maio, de “conclusos para o relator Raul Araújo”.