Manaus- Na manhã deste sábado (2) uma rebelião com reféns aconteceu na unidade Puraquequara – UPP, ja haviam enviado vários vídeos pedindo direitos humanos, juizes e ex-secretários. Ao chegar na UPP o Coronel Bonates não excitou e colocou ordem na bagunça. Descobriram um buraco de fuga e que a rebelião era apenas para distrair a imprensa. 

Se a intensão era bagunçar a opinião pública com direitos que não existe acabou sendo desmascarada a farsa da rebelião. Coronel Bonates colocou ordem na casa sem que qualquer um dos aclamados pelos presos fosse até o presídio. 

Na porta da unidade prisional, o secretário de segurança pública do Amazonas, coronel Louismar Bonates, afirmou que os reféns também não estão feridos e que a situação já está ”normalizada” na unidade.

“Nenhum refem ferido gravemente, apenas arranhões, e nenhum preso foi ferido. A situação já está normalizada. As bombas que foram soltas foram só de efeito moral”, afirmou o secretário.

Durante a manhã, familiares que acompanhavam a rebelião do lado de fora do presídio chegaram a receber fotos em que apareciam corpos espalhados pelo chão. A SPP-AM negou qualquer registro de mortes dentro da unidade. “As imagens dos corpos no chão não procedem”.

Desde as 6h deste sábado, quando iniciou a rebelião, equipes da Polícia Militar atuavam no local. O comandante-geral da PM, coronel Ayrton Norte, afirmou que o presídio foi “pacificado” por volta das 11h30.

“Infelizmente eles quiseram partir pra agressão, começaram a quebrar telhas e jogar pedras nos policiais. Nós agimos dentro da legalidade. A área está pacificada e está sendo entregue novamente ao secretário de administração prisional”, disse o comandante.

NOTA SEAP – Sobre rebelião na Unidade Prisional do Puraquequara

“A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Amazonas (Seap) informa que internos da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) iniciaram uma rebelião por volta das 6h deste sábado (02/05).

O Grupo de Intervenção Penitenciária (GIP) e forças de segurança da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) – Rocam, COE, Batalhão de Choque, Companhia de Cães – estão no local e já iniciaram as negociações.

A rebelião teve início durante a entrega do café da manhã, quando internos serraram a grade de duas celas e fizeram os agentes de socialização de reféns.

No momento, sete agentes estão em poder dos detentos. Eles exigem a presença da imprensa e dos direitos humanos. Não há informações sobre mortos”.