Manaus – O prefeito Arthur Virgílio Neto e a primeira-dama e presidente do Fundo Manaus Solidária, Elisabeth Valeiko Ribeiro, estiveram ainda na noite de segunda-feira, 17/12, e primeiras horas desta terça-feira, 18/12, na área atingida por um incêndio de grandes proporções, na rua Nova, beco São Francisco, no Educandos, zona Sul. Até esta madrugada, as equipes de assistência social da Prefeitura calculavam que aproximadamente 500 moradias de madeira tinham sido atingidas pelo sinistro.

“Irei assinar um decreto de calamidade pública, para comprar com agilidade, sem a necessidade do burocrático processo de licitação, tudo o que for necessário, neste momento para ajudar estas famílias que perderam o pouco que tinham neste incêndio”, disse o prefeito.

Arthur destacou o pronto-atendimento das equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Defesa Civil Municipal, Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manautrans), Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc) e Fundo Manaus Solidária, que se deslocaram para o local do incêndio prestando o devido auxílio às vítimas e famílias desabrigadas pelo incêndio.

Apesar do auxílio que será realizado pela Prefeitura, Arthur destacou que todas as doações que forem feitas às famílias desabrigadas serão aceitas. “O que for possível e estiver dentro das nossas forças, será feito para mitigar o sofrimento dessas pessoas”, salientou o prefeito, que também destacou o empenho das equipes da Semasc, em realizar o cadastro social das vítimas.

Pelo menos 500 famílias, conforme os dados apurados pela área técnica de assistência social da Prefeitura de Manaus, ficaram desabrigadas pelo incêndio. O cadastro estava previsto para ocorrer ao longo da madrugada e manhã desta terça-feira.

A primeira-dama fez um apelo para que a sociedade se mobilize neste momento, para ajudar as famílias desabrigadas pelo sinistro. “A missão do Fundo Manaus Solidária é justamente essa. Nós estamos aqui prontos para receber doações de roupas, de sapatos, remédios, colchões. Tudo é muito bem-vindo numa situação como essa”, salientou Elisabeth.