Justiça decreta prisão preventiva de advogado do "Mano Kaio" que tentou entrar com drogas em presídio - Portal CM7 - Notícias de Manaus e Amazonas
Manaus - Amazonas - 19:03
15 de Junho de 2019



Justiça decreta prisão preventiva de advogado do “Mano Kaio” que tentou entrar com drogas em presídio



O advogado de 28 anos preso após tentar entrar em uma cadeia de Manaus com drogas teve a prisão em flagrante convertida para prisão preventiva, após audiência de custódia nesta quinta-feira (6). A decisão foi dada pelo juiz plantonista das Audiências de Custódia do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), Anésio Rocha Pinheiro.

A prisão em flagrante ocorreu na tarde desta quarta-feira (5), após o advogado tentar entrar com drogas no Centro de Detenção Provisória Masculino 2 (CDPM). A droga foi encontrada por agentes da cadeia escondida em tubos de pomadas e em embalagens de plástico.

O procurador de prerrogativas da OAB, Alan Jhones Feitosa, informou que foi impetrado um habeas corpus em favor do advogado.

“Houve uma divergência entre o juiz e o Ministério Público. O MP deu parecer favorável e o magistrado deu contra. Por isso impetramos um habeas corpus. Quem vai decidir agora é o desembargador”, disse Feitosa.

Enquanto isso, o advogado segue preso na carceragem do Comando Geral da Polícia no bairro Petrópolis, Zona Sul de Manaus.

O presidente da ordem dos Advogados do Brasil seccional Amazonas (OAB- AM), Marco Aurélio CHoy informou que a ordem está acompanhando o caso. “ Estamos acompanhando e aguardaremos o resultado do processo para a instauração de processos éticos – disciplinares”, disse.

Relembre o caso

O material foi apreendido durante procedimento de revista de rotina realizada com o auxílio do aparelho de raio x. As informações foram confirmadas pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

De acordo com o procurador de prerrogativas da OAB, Alan Johnny Feitosa, o advogado detido foi contratado pela família do detento para levar mercadorias ao preso – uma vez família não poderia levar os produtos. A OAB afirma que o profissional não sabia das drogas.

Fonte: g1 Amazonas

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