Grupo Calderaro da 'Crítica', perde o direito do sinal da Record. Membros da IURD no Amazonas, comemoram a quebra de contrato.
Manaus - Amazonas - 09:22
21 de Julho de 2019

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Grupo Calderaro da ‘Crítica’, perde o direito do sinal da Record. Membros da IURD no Amazonas, comemoram a quebra de contrato.



Manaus- A Rede Record de televisão, notificou hoje, sexta-feira (10/05), a Tv A crítica, emissora do Grupo Calderaro a devolver o sinal da emissora nacional. Desde 2007 que a Tv A crítica detinha os direitos de repetição do sinal da emissora do Bispo Edir Macedo.

Os diretores e Bispos Rede Record não estavam satisfeitos com o fraco desempenho da Emissora no Amazonas, além da falta de parcerias com a igreja no Amazonas. Dissica nunca deixou que o Bispo local tivesse espaço na sua programação. Muitas vezes humilhava os bispos na região.

Decadência

O grupo Calderaro, vem caindo ano após ano. O Jornal impresso “A crítica” que no seu algo nos anos 80 e 90, chegou a ser o principal produto do Grupo, hoje agoniza e tenta sobreviver em meio o sufocamento imposto pela internet.

A 93,1 FM antiga rádio A crítica, estava também a beira da falência sem conseguir se sustentar. O controle da rádio foi passado para Rádio O dia, que hoje repete o sinal da Rede de rádios e reduziu em muito a programação local. Solução encontrada pelo grupo para não decretar a falência da rádio.

Record Amazonas volta para a direção total da IURD.

Agora, o sinal da Record TV, passará a ser transmitido pelo canal 36 digital, que pertence ao Bispo Edir Macedo.

A Record TV São Paulo assumira 100% o canal no Amazonas. Record News e Record TV pertencem a IURD e somente em Manaus o canal estava com grupos que não eram ligados a Igreja.

Agora tudo pertencerá a gestão da Record Nacional.

Segundo o Bispo Claudinei, titular da IURD do Amazonas, relatou hoje (11),  no culto da manhã que o diretor da Critica desobedeceu uma ordem e retirou do ar as novelas nacionais para colocar a transmissão de um evento sem autorização nacional. Além das desobediências sequenciais, ele nunca aceitou que a Igreja tivesse uma programação de oração dentro dos programas locais.

Os membro da Igreja vibraram com a quebra de contrato com o grupo a Crítica, trazendo autonomia novamente para a igreja Universal.

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