Falso índio ex-presidiário e assessor de Josué Neto, tenta prejudicar jornalista com mentiras - Portal CM7 - Notícias de Manaus e Amazonas

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Falso índio ex-presidiário e assessor de Josué Neto, tenta prejudicar jornalista com mentiras

Postado por Marcus Barros - 06/09/2018 08:38    

Foto: Divulgação

Manaus – Paulo Apurinã nasceu no bairro da Cachoeirinha em 1974, mas resolveu requerer a identidade indígena, o RANI, em 2007, depois de ter trabalhado na FUNAI como estagiário. Na mesma leva, conseguiu o RANI da mãe e mais 4 irmãos.

Irregularidade gritante: a folha que deveria constar os dados antropológicos do suposto índio está totalmente em branco

Outra aberração: a mãe do suposto índio, Francisca Ribeiro da Silva Filha, que teria nascido numa tribo Apurinã, na verdade nasceu no Lago Badajós, em Codajás, Rio Solimões. Detalhe: as tribos Apurinã estão nas cidades de Pauini, Beruri e Tapauá, no Rio Purus, distante mais de 500 kilômetros do local indicado na Certidão da Nascimento.

Em 2016, “Paulo Doido” como é conhecido, ficou cinco meses preso no Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), localizado no km 8 da BR-174 (Manaus/Boa Vista), por ter caluniado o dono da Rede Tiradentes, empresário Ronaldo Tiradentes.

No mesmo período em que usou as redes sociais para atacar jornalista, “Paulo Doido” fez a mesma coisa com o desembargador Ary Moutinho, chamando-o de pedófilo. Em razão de mais essa calúnia, “Paulo Doido” responde a processo na Justiça do Amazonas.

Índio mentiroso

Em 2012, a Polícia Federal concluiu que “Paulo Doido” conseguiu na Funai, de forma fraudulenta, o Registro Administrativo de Nascimento Indígena (Rani).

Em entrevista à imprensa na época, o então superintendente da PF no Amazonas, Sérgio Fontes, afirmou que o laudo antropológico solicitado à Universidade Federal do Amazonas (Ufam) concluiu que “Paulo Doido” não é índio coisa nenhuma.

Para elaborar o laudo, a Ufam ouviu o cacique da tribo Apurinã, que não reconheceu o falso índio como descendente da etnia. Ouvido pela PF, Paulo Apurinã não soube falar nenhuma palavra na língua indígena.

O falso índio Paulo Apurinã foi estagiário da Fundação Nacional do Índio, no setor de expedição de Ranis. Foi lá que ele falsificou a identidade indígena dele e de vários familiares.

E mais uma vítima de ‘Paulo doido’ e com ajuda de Josué Neto, foi a jornalista e candidata a Deputada Estadual, Cileide Moussallem, que além de está entre os 19 bem mais votados, foi ameaçada e vem sofrendo com mentiras e calúnias, tudo para prejudicar sua imagem, onde sempre foi muito prestativa com a população indígena.

Ouça o áudio onde confirma ‘Paulo doido’ assessor de Josué Neto

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