Manaus –  Relato do empresário Antônio Nélson que foi infectado pelo novo corona vírus – Covid 19, deixou muitos assuntados e em alertas, com relação ao tratamento tardio e a intubação evasiva usada em vários hospitais do Brasil. As sequelas deixadas e o risco de perder muitas vidas. O entubamento para levar ventilação aos pulmões é agressivo e pode ter diversas complicações durante o tratamento. Nelsinho ficou semana no Hospital Adventista de Manaus e viu ao seu lado várias pessoas morrerem diariamente, o que assunta é porque esses dados nunca foram divulgados pelo Hospital Adventista. 

Veja e escute o depoimento dramático do empresário e secretário municipal abatido, que foi postado no FaceBook da Prefeitura de Manaus. Ele confessa saber que, em vários momentos, a vida dele ficou por um fio.

Leia com atenção: “O coronavírus deixou marcas que serão levadas pela vida. Com 39 anos, alimentação saudável e praticante regular de esportes, não fumante, ele achava que a Covid-19 não chegaria nele. “Pode ter sido um momento de descuido. Fiquei 38 dias no hospital Adventista de Manaus e, num determinado dia, morreram quatro ao meu lado. Eu pensava: ‘Será que o próximo sou eu?’.

Nelsinho Ruiz, como é conhecido, acha que cometeu “um pequeno descuido”. “Meu processo foi de entubamento e ficaram sequelas. Tenho uma trombose na perna direita e vou usar anticoagulantes por pelo menos seis meses. Tenho muitas marcas pelo corpo e vou levá-las para a vida. Tive uma necrose, que tomou conta do final das minhas costas, e tive que retirar toda a área. Perdi muita massa muscular. Isso tudo porque cometi um pequeno descuido, apesar de ter me isolado desde o princípio”, revela.

“Em vários momentos eu via minha mãe (a deputada estadual Therezinha Ruiz) rezando ao meu lado. Era uma alucinação”, confessa. “Não corram esse risco. Vejam a agressão que a doença provocou ao meu corpo. Não desejo isso ao pior inimigo”, enfatiza.

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