Manaus – Em Sessão Plenária da Assembleia da Legislativa do Amazonas (Aleam), desta quarta-feira (05), o deputado estadual Álvaro Campelo (Progressistas), destacou em seu discurso as medidas de precaução que as empresas em atividade estão tomando no enfrentamento à Covid-19. Entretanto, o parlamentar, que é membro da Comissão de Defesa do Consumidor da Aleam, pediu providências urgentes e mais respeito para com os consumidores, em especial, nas agências bancarias.

Álvaro Campelo relatou uma situação atípica numa agência do Bradesco no Centro que, segundo ele, contraria o Código de Defesa do Consumidor. “Essas empresas não podem esquecer que, em função de certas medidas segurança, necessárias para a saúde dos seus clientes, nesse momento da Covid-19, não podem esquecer outros deveres importantes também. Ontem, me deparei com uma cena deplorável na agência do Bradesco da Avenida Ayrão. As pessoas estavam fazendo saques no caixa eletrônico e, então, chegou o momento em que havia uma grande quantidade de clientes e o gerente, simplesmente, pediu que eles aguardassem do lado de fora da agência para serem atendidos, debaixo de um calor escaldante por volta de 14h”, afirmou o deputado.

O deputado repudiou a medida, já que a agência tem espaço suficiente, fora do que é destinado aos caixas-eletrônicos, para abrigar todos os clientes e vai tomar medidas jurídicas para evitar esse tipo de constrangimento e ilegalidade.

Itacoatiara

O parlamentar repercutiu, ainda, as inúmeras denúncias recebidas da população de Itacoatiara (distante 175 km em linha reta da Capital). “Eu fico perplexo com a situação triste poe que passa Itacoatiara, em termos de infraestrutura, de limpeza pública, dentre outros serviços. Agora, a Prefeitura vai gastar R$ 1.222.922,00 (um milhão duzentos e vinte e dois mil, novecentos e vinte e dois reais) para trocar a mobília do gabinete do prefeito, vice-prefeito e dos secretários, sendo que o município sequer tem testes rápidos para a Covid-19. Um verdadeiro descaso com a população que vive, certamente, um dos seus piores momentos em termos de administração”, concluiu Álvaro Campelo.