Nova Iguaçu – O caso do policial militar Beto Maciel conhecido como “Bafinho”, que foi estuprado em fevereiro por uma travesti conhecida como Thais, voltou a repercutir.  De acordo com informações, o policial contratou os serviços da travestir, no posto 13, local de ponto de prostituição de travestis, em Nova Iguaçu no Rio de Janeiro.

Segundo informações do Boletim de Ocorrência (BO), a Polícia Militar foi acionada por pessoas que passavam pela Rodovia Presidente Dutra, altura do km 13, comunicando que havia um homem com a ânus sangrando e correndo pela rua gritando. O rapaz informou aos policiais que teria contratado o serviço da travesti e que pagaria R$ 30.

Os dois foram para o loteamento, Beto encostou seu veículo, quando, segundo ele, a travesti começou acariciar seu ânus, levando ele a dar uma mordida no pênis da travesti.

Após isso a travesti Thaís o imobilizou usando técnicas de hapkidô e amarrou em uma árvore próxima, abusando do policial sem dó nem piedade. O PM foi violentado por aproximadamente 3 horas consecutivas.

Equipe do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada e Beto Maciel foi encaminhado ao Hospital. O caso foi registrado como estupro, e a travesti encaminhada ao presídio.