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No Senado, já existe maioria favorável ao processo de impeachment

Da redação | 14/04/2016 06:20

Levantamento feito pelo GLOBO na quarta-feira mostra que já há votos suficientes no Senado para dar prosseguimento ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, caso o plenário da Câmara dê parecer favorável, em votação no domingo, ao impedimento da petista. Já são 43 os senadores que se manifestaram pelo impeachment, enquanto 18 se disseram contrários. Os 20 restantes estão indecisos ou não quiserem informar seu posicionamento.

O número supera a maioria absoluta da Casa (41 senadores). Para que o Senado dê início ao processo e Dilma seja afastada por 180 dias, é necessária apenas maioria simples — metade mais um dos senadores presentes em plenário. A votação final, para destituir a presidente, requer dois terços da Casa.

A maioria dos 20 senadores que não quiseram declarar voto ou se disseram indecisos é do PMDB, que desembarcou do governo mas ainda não encaminhou oficialmente uma posição sobre o impeachment. Entre eles, estão caciques do partido, como Edison Lobão (MA), Eunício Oliveira (CE), Jader Barbalho (PA) e Renan Calheiros (AL). Apenas dois peemedebistas são contrários ao impeachment: João Alberto Souza (MA) e Roberto Requião (PR).

Quem também se declarou indeciso foi Walter Pinheiro (sem partido-BA), recém-saído do PT. O partido, com 11 senadores, e o PCdoB e a Rede, com um cada, são os únicos que integralmente apoiam Dilma. PSDB e DEM, que juntos têm 15 senadores, votam fechados pelo impedimento.

Cristovam Buarque (PPS-DF), João Capiberibe (PSB-AP) e Roberto Rocha (PSB-MA) estão indecisos, apesar de seus partidos apoiarem o impeachment. Lídice da Mata (PSB-BA) é contrária ao afastamento de Dilma.

Dois ex-petistas engrossam o coro do impeachment: Delcídio Amaral (sem partido-MS), delator na Operação Lava-Jato e atualmente de licença, e Marta Suplicy (PMDB-SP), ex-ministra de Dilma.

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