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MTST critica ação da PM para retirar acampamento perto da casa de Temer

Da redação | 23/05/2016 11:10

SÃO PAULO – O MTST criticou a ação policial que retirou os manifestantes que acamparam na noite de domingo perto da casa do presidente interino Michel Temer, no bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo.

Em nota divulgada nas redes sociais, o movimento, liderado por Guilherme Boulos, disse que o governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), que “permitiu por mais de 2 meses a ocupação na avenida Paulista sem qualquer tipo de crítica, querem (sic) retirar em poucas horas a ocupação da casa do Michel Temer”.

O movimento se refere ao acampamento de manifestantes pró-impeachment que, desde o dia 16 de março, se concentra em frente ao prédio da Fiesp, na Avenida Paulista.

Integrantes da Frente Povo Sem Medo, que reúne entidades ligadas a movimentos de esquerda como o MTST, realizaram na tarde de domingo um protesto contra o governo de Michel Temer em São Paulo. Eles partiram do Largo da Batata, na zona oeste da cidade, e caminharam até a casa do presidente interino, que já havia partido para Brasília. Segundo estimativa da PM, 5 mil pessoas participaram.

Em assembleia realizada após o ato, integrantes do MTST decidiram acampar em uma praça perto da casa de Temer por tempo indeterminado. Pela manhã, a PM já havia feito um bloqueio a pelo menos 300 metros de distância da residência do presidente interino.

Por volta das 23h45, a Tropa de Choque da Polícia Militar começou a dispersar os 150 manifestantes que haviam montado barracas ali. Foram usados jatos d’água e bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral. A PM informou que não houve feridos e nem detidos.

Durante o protesto, Boulos disse que o que está acontecendo no Brasil é um “golpe duplo” por causa do “impeachment sem crime” e pela tentativa de implementação de um programa de governo que não foi eleito. Eles criticam o corte no programa Minha Casa Minha Vida.

O GLOBO procurou a PM e aguarda possível posicionamento.

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