Ministros do STJ acreditam que denúncias da ‘Operação Sangria’, deflagrada pela PF, foram precipitadas

Por Bruno Almeida em 2 de junho de 2021 às 13:11 | Atualizado 2 de junho de 2021 às 16:21

Manaus (AM)  – A agilidade usada pelo relator ministro Francisco Falcão, que conduziu as denúncias da quarta fase da operação ‘Sangria’ nesta quarta-feira (02), foi apontada como precipitada pelos ministros João Otávio Noronha e Luís Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

“Não é uma mera apresentação de memorial, mas sim um atropelo. Ou seja, ficou marcado que houve um açodamento dessa pauta. Se terminou o prazo a meia-noite e no dia seguinte está pautado, e no dia seguinte está pronto, acho que temos que aguardar a conclusão do processo para não gerar essa expectativa”, destacou o ministro Luís Felipe Salomão.

Já o ministro João Otávio Noronha revelou, durante a sessão do STJ, que o processo é muito complexo, além de ter acontecimentos de incidentes recentes. “Existem manifestações recentes que o prazo ainda está acabando, outros serão intimados. Parece imprudente da nossa parte a realização do julgamento. E não pode nem ficar preparado até essa data, pois temos muita coisa para se fazer”, disse Noronha

Noronha ainda destaca que nesse processo ninguém pode ser intimado ou marcar a data, pois existem prazos em andamento.

 

Deixe seu comentário