O Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) informou, nesta terça-feira (3/11), que repudia o termo “estupro culposo” usado para inocentar o empresário André de Camargo Aranha, acusado de estuprar a influencer Mariana Ferrer, de 23 anos, em 2018.

Segundo a pasta, o recurso impetrado por Mari Ferrer em segundo grau está sendo acompanhado. O ministério ainda diz que confia “nos tribunais superiores”. As imagens da audiência da influencer foram divulgadas e geraram revolta nas redes sociais.

“O MMDFH informa que acompanha o caso e que, quando a sentença em primeira instância foi proferida, em setembro, a Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres (SNPM) manifestou-se questionando a decisão, com envio de ofícios ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), à Corregedoria Nacional de Justiça, à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e ao Corregedor-geral do Ministério Público de Santa Catarina”, diz a nota do ministério.