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Em apoio a Dilma, metalúrgicos dizem que luta está só começando

Da redação | 15/04/2016 19:20

SÃO PAULO – Impensado entre militantes favoráveis à presidente Dilma Rousseff, a aprovação do impeachment da mandatária, no próximo domingo, implicará numa “guerra sem fim”. Em ato dos Metalúrgicos do ABC, na tarde desta sexta-feira, em Santo André, pessoas de vermelho ou com o rosto de Dilma estampado em camisetas onde se lia “coração valente” voltaram a gritar “não vai ter golpe” pelas ruas. A Polícia Militar contabilizou 500 manifestantes.

Passava pouco das 16h quando protestantes se revezaram num microfone em discursos que exaltavam os programas sociais do governo petista, desde Luiz Inácio Lula da Silva. Concentrados no calçadao da Oliveira Lima, eles também previam quebra do país em caso de uma vitória do vice – presidente Michel Temer.

– Querem acabar com as políticas sociais e a valorização do salário mínimo. Eles têm medo porque sabem que, enquanto tiver gente da esquerda no governo, os trabalhadores vão avançar – pregava um professor da faculdade federal do ABC: – Vamos lutar até o fim e, para quem pensa que nossa luta acaba no domingo, pode tirar o cavalinho da chuva. Ela está só começando. Esse golpe é contra o povo brasileiro – concluiu.

Durante discursos, algumas pessoas contra o governo provocavam, com gritos de “fora, Dilma”. Houve bate-boca, mas sem agressões.

Após os discursos, os manifestantes resolveram caminhar pela Avenida General Glicerio, até a rua Bernardino de Campos, onde um caminhão de som aguardava o grupo. Estava prometida uma apresentação de escolas de samba.

Durante o percurso, nem uma rede famosa de lanchonete escapou de críticas dos petistas. Ao passarem em frente a um dos estabelecimentos da marca, manifestantes acusaram a rede de apoiar o golpe.

Lojistas de uma joalheria que gritaram “fora, Dilma” também foram hostilizadas, e o estabelecimento acabou fechando as portas.

Para domingo, o grupo promete grande concentração no Vale do Anhangabau, onde assistirão a votação.

– Vamos sair de lá cantando vitória, porque não vai ter impeachment – projetava um dos militantes de cima do caminhão de som.

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