Manaus – A pesquisa que deixou mais de 81 pessoas com sequelas e matou 11 pessoas com super dosagem hidroxicloroquina do Centro de referência mundial no tratamento de enfermidades tropicais, a Fundação de Medicina Tropical “Doutor Heitor Vieira Dourado” (FMT/HVD) foi contemplada, nesta semana, com R$ 1 milhão para reforçar as pesquisas em busca de um medicamento capaz de debelar a Covid-19. A verba faz parte de um total de R$ 18, 1 milhões viabilizados pelo senador Eduardo Braga (MDB/AM) por meio de emendas ao Orçamento da União.

Em vídeo enviado ao senador Eduardo Braga, o médico infectologista Marcus Lacerda, ( acusado de fazer de cobaias humanas) , que integra a instituição e o grupo de pesquisa, agradeceu o apoio e a mobilização de algumas instituições públicas. “Não contamos em Manaus com nenhum recurso privado para a realização de pesquisa sobre a terapêutica para a Covid-19. A todos do poder público, que acreditam em nós, muito obrigada”, disse ele, que se referiu a Eduardo, ao Governo do Estado do Amazonas, à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que é vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

Veja as acusações sérias que foi feita contra o médico elogiado por Eduardo Braga: 

https://www.tudocelular.com/seguranca/noticias/n155037/coronavirus-testes-cloroquina-interrompidos-mortes.html

Fapeam e Capes concederam bolsas de estudo para que os levantamentos científicos sejam realizados. “Essa somatória de pessoas e órgãos foi decisiva e fundamental para que pudéssemos formar jovens pesquisadores e consolidar grandes grupos de pesquisa que já estavam em funcionamento no Estado há várias décadas”, completou.

Confira a manifestação do médico Marcus Lacerda: https://www.facebook.com/EduardoBraga15/videos/1524777977685639

Marcus Lacerda testou em 81 pessoas superdosagens e 11 pessoas morreram com a super dosagem aplicada pelo grupo do médico, veja

Dose

De acordo com o infectologista, a dose mais alta que foi adotada em parte dos pacientes seguiu a orientação do sistema de saúde da China, que reportou resultados positivos com a medicação de 12 g da medicação, divididas em 24 doses de 600 mg durante dez dias.

Segundo Lacerda, testes laboratoriais chineses mostraram que, com a dose alta, a reprodução do novo coronavírus era reduzida.

A dose mais baixa, que é a recomendada neste momento pelo Ministério da Saúde para os casos graves, é de apenas 2,7 g. Neste caso, o paciente recebe a medicação por cinco dias, sendo duas doses de 450 mg no primeiro dia e uma dose da mesma proporção entre o segundo e o quinto dia.

O médico explica que todos os que participaram do estudo são pacientes que chegaram ao Hospital Delphina Aziz, referência para o combate ao coronavírus em Manaus, com quadros graves da COVID-19 e, após questionados, aceitaram se submeter ao estudo.

veja o link da matéria na CNN https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2020/04/15/medico-de-teste-suspenso-defende-que-cloroquina-nao-seja-usada-fora-de-estudos

Mais testagens – Além das pesquisas, a FMT/HVD entrou, no fim de abril, na força-tarefa para aumentar o número de testagens para a Covid-19 no Amazonas. A parceria com o Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen-AM) e a Fiocruz Amazônia elevou em, aproximadamente, 30% o processamento dos exames do novo coronavírus por meio da técnica RT-PCR (biologia molecular) e tem permitido à Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM) identificar um número mais preciso de infectados no Estado.

Veja o que saiu no G1

Testes com cloroquina

Os testes da pesquisa nesta fase incial foram feitos da seguinte forma: 81 pacientes entraram no protocolo e foram divididos em dois grupos. Um de 40 e outro de 41 pessoas. Entre eles pacientes em quadros graves ou sérios, todos internados. Um grupo recebe doses altas da cloroquina, método aplicado na China, por exemplo. O outro grupo recebeu doses mais baixas, como foi o caso dos Estados Unidos e outros países.

Do total de 81 pacientes no protocolo, 11 morreram de Covid-19, por agravamento de quadro. O infectologista detalha que a letalidade identificada com os estudos no Amazonas apontam para uma média de 13%. “No restante do mundo, em pesquisas, este número tem ficado entre 18% e 20%”, aponta Lacerda.  neste link ( https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2020/04/06/estudo-com-cloroquina-tem-primeiros-resultados-no-am-e-especialistas-tracam-dosagem-para-equilibrio-em-tratamento.ghtml) 

Veja os vídeos de especialistas sobre o caso da super dosagem em Manaus – 

Veja matéria completa do SITE Conexão Política – 

Conexão Política – Um ” um estudo clinico imprudente foi realizado em Manaus/AM com altas doses de cloroquina em pacientes do coronavírus chinês (SARS-CoV-2), na tentativa de desqualificar o uso da hidroxicloroquina (HCQ) e demonstrar que ela “não é um medicamento seguro”. A pesquisa foi publicada no sábado (11) no medRxiv.

O experimento realizado foi de tamanha irresponsabilidade por usar pacientes como cobaias e com altas dosagens do medicamento. Ele envolveu 81 pacientes hospitalizados com a covid-19 no Hospital e Pronto Socorro Delphina Rinaldi Abdel Aziz, na capital amazonense. Após pacientes apresentarem arritmias cardíacas, o estudo foi interrompido, mas resultou na morte de 11 pessoas.

Altas dosagens

Qualquer médico tem o conhecimento de que doses altas de medicamento, seja ele qual for, podem trazer riscos para a saúde do paciente ou até mesmo matá-lo. No caso da cloroquina, não é diferente. Como ela vem sendo discutida mundialmente nos últimos meses, até mesmo o cidadão comum sabe do perigo das altas dosagens do remédio.

Os ditos “pesquisadores” utilizaram uma overdose de difosfato de cloroquina: 900 mg e 1.200 mg por 5 dias, que é 3 vezes mais do que a dosagem recomendada. Nota-se que os “pesquisadores” utilizaram o difosfato de cloroquina (CQ), uma versão menos segura e mais cardio-tóxica do que a hidroxicloroquina (HCQ).

Para mais detalhes sobre o experimento, clique neste link.

Até o momento, essa pesquisa de Manaus não foi revisada por nenhum membro da academia científica, nem sequer publicada em revistas renomadas da área de saúde. O estudo foi na verdade uma tentativa de ativistas da esquerda em desmerecer o medicamento que o Governo Bolsonaro aprovou como eficaz para tratamento da Covid-19, em combinação com azitromicina e o sulfato de zinco.

Dosagem correta

Atualmente, Milhares de médicos no Brasil e em mais de 30 países recomendam e administram um regime de tratamento para pacientes do covid-19 de 200 mg de hidroxicloroquina 2 vezes ao dia por 5 dias ou no máximo 10 dias, juntamente a 500 mg de azitromicina 500 mg 1 vez ao dia e 220 mg de sulfato de zinco (ou o equivalente a 50 mg de zinco elementar) 1 vez ao dia por 5 dias.

Envolvidos

Ao que tudo indica, a pesquisa foi financiada com verbas federais alocadas por senadores esquerdistas e também era de conhecimento do próprio ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que na última quarta-feira (15), durante a conferência de imprensa, citou o ensaio clínico dos médicos militantes políticos de Manaus, sem fazer críticas ou denunciar a irresponsabilidade dos pesquisadores ativistas de esquerda.

Segundo a declaração de financiamento publicada no medRxiv, o “estudo” foi financiado pelo Governo do Estado do Amazonas e patrocinado pela Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, Farmanguinhos (Fiocruz), SUFRAMA, CAPES, FAPEAM e fundos federais concedidos por uma coalizão de senadores brasileiros. Na parte de “agradecimentos” do estudo, aparecem os nomes dos senadores: Eduardo Braga (MDB) e Eduardo Gomes (Solidariedade).

Realizando uma breve pesquisa nas redes sociais (Facebook), não é difícil traçar o perfil de alguns dos pesquisadores e médicos envolvidos no ensaio clínico.

Os pesquisadores envolvidos no experimento são: Mayla Gabriela Silva BorbaFernando Fonseca Almeida ValVanderson Sousa SampaioMarcia Almeida Araújo AlexandreGisely Cardoso MeloMarcelo Brito, Maria Paula Gomes Mourão, José Diego Brito-Sousa, Djane Baía-da-Silva, Marcus Vinitius Farias Guerra, Ludhmila Abrahão Hajjar, Rosemary Costa Pinto, Antonio Alcirley Silva Balieiro, Felipe Gomes Naveca, Mariana Simão Xavier, Alexandre Salomão, André Machado SiqueiraAlexandre SchwarzboltJúlio Henrique Rosa CrodaMaurício Lacerda Nogueira, Gustavo Adolfo Sierra RomeroQuique BassatCor Jesus Fontes, Bernardino Cláudio Albuquerque, Cláudio Tadeu Daniel-RibeiroWuelton Marcelo Monteiro e Marcus Vinícius Guimarães Lacerda.

De alguns dos nomes acima foi possível encontrar informações que provam a militância esquerdista e o ódio demonstrado em posts contra o governo federal.

A seguir, alguns exemplos das publicações destes “pesquisadores”:

Marcus Vinícius Guimarães Lacerda

Marcus Lacerda é um dos responsáveis pela pesquisa, médico infectologista e eleitor do petista Fernando Haddad.

Perfil do Facebook do médico infectologista Marcus Vinícius Guimarães Lacerda

Júlio Henrique Rosa Croda

Júlio Croda parece estar ligado ao Ministério da Saúde e é especialista da Fiocruz.

Gustavo Adolfo Sierra Romero

Gisely Cardoso Melo (casada com Wuelton Marcelo Monteiro)

Wuelton Marcelo Monteiro

André Machado Siqueira

Vanderson Sousa Sampaio

Cláudio Tadeu Daniel-Ribeiro (Fiocruz)

Quique Bassat

Cloroquina, hidroxicloroquina e a Esquerda

Após a apresentação dessas imagens acima, o leitor terá a capacidade de tirar suas próprias conclusões sobre o objetivo desta pesquisa, que com intenções ideológicas resultou na morte de 11 pacientes de covid-19.

Cumpre ressaltar que esses médicos e pesquisadores ativistas também não se preocuparam em gastar o orçamento da União com pesquisas sobre os riscos da cloroquina quando o medicamento mostrou bons resultados contra o zikavírus em 2016.

Na época, a mesma mídia, que hoje condena o uso do medicamento, louvava o uso do remédio contra malária até em mulheres grávidas.

A Globo chegou a anunciar a cloroquina como “a esperança para as futuras mamães”, e sem contraindicação para grávidas! A reportagem deixa claro que o beneficio da cloroquina contra os efeitos da Zika no feto ainda não eram comprovados, mas que “não havia contraindicação”.

Antes mesmo do presidente Jair Bolsonaro falar bem do medicamento e aprovar seu uso contra o coronavírus, até mesmo o site de notícias esquerdista CartaCapital publicava boas notícias sobre o medicamento.

Veja abaixo a manchete da Carta Capital, de 26 de fevereiro de 2020: “Remédio para malária mostra bons resultados contra coronavírus”.

“‘Esse tratamento que não custa praticamente nada é uma notícia é extraordinária’, disse o especialista em doenças infecciosas”, escreveu o jornal petista.