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Aumento do Bolsa e de servidores não é ‘pacote de bondades’, diz ministro

Da redação | 29/06/2016 19:10

BRASÍLIA – Depois de explicar aos senadores o impacto do reajuste dos servidores do Poder Judiciário, o ministro interino do Planejamento, Dyogo de Oliveira, disse nesta quarta-feira que o governo não está fazendo um “pacote de bondades”, ao se referir ao reajuste de 12,5% do Bolsa Família e aos reajustes dos salários dos servidores públicos. O reajuste do Bolsa Família custará em 2016 R$ 1,2 bilhão – o que já está no Orçamento – e R$ 2,5 bilhões em 12 meses.

— Não se trata de pacote de bondades. O reajuste do Bolsa Família já estava anunciado inclusive pelo governo anterior. Como ele atrasou alguns meses, foi possível dar um aumento um pouco maior. O que não se pode é esperar que esse ajuste seja cobrado apenas de uma das parcelas da população (os servidores). É preciso que a gente vá ao longo do tempo, distribuindo o peso deste ajuste — disse o ministro.

Ele defendeu os aumentos para os funcionários de todos os Poderes, conforme os 14 projetos de lei que tramitam no Congresso. E disse que o governo tem feito uma contenção muito forte da sua despesa.

— Demonstrei, com bastante clareza, que as estimativas do Ministério do Planejamento mostram que o projeto está adequado à lei orçamentária. Os servidores já vieram há vários anos com reajustes muito abaixo da inflação, e é preciso compreender que o ajuste fiscal não pode ser feito exclusivamente através da contenção dos salários dos servidores. Essas pessoas tem despesas que também sofrem aumentos — disse ele.

Dyogo Oliveira também destacou que os aumentos já foram atrasados para o segundo semestre.

— Este ano o reajuste já foi atrasado de janeiro para agosto, o que já representa uma economia importante para o governo federal. Não dá para deixar eternamente o servidor do reajuste — disse o ministro.

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