Manaus – Na tentativa de não deixar o eleitor saber a verdade sobre a saúde do Amazonino e as verdades sobre os inúmeros perfis FAKES que montado o grupo do Amazonino investe pesado para calar a imprensa do Amazonas, tentando retirar matérias dos portais que não concordam com as políticas de mentiras do grupo, as investidas usando a justiça eleitoral chegam a ser absurdas do NEGÃO. 

Os mecanismos para a repressão à liberdade de expressão de comunicadores são diversos e, ainda que a violação não se dê na forma de um atentado contra a vida ou de uma condenação criminal, é importante enfatizar que também os processos judiciais podem gerar consequências drásticas. A imposição de uma indenização desproporcional em razão de uma reportagem crítica e de interesse público foi capaz de criar dificuldades crescentes à continuidade do trabalho jornalístico, que culminaram na situação atual e, em última instância, representam a redução da circulação de informações e da pluralidade de ideias no AMAZONAS.

Matérias que mostram a verdade sobre a saúde do candidato a prefeitura de Manaus tiveram repercussão muito grande e o Coligação do Amazonino e Wilker tentaram na justiça silenciar mais uma vez o Portal CM7 e não conseguiram. O Juiz eleitoral  Alexandre Henrique de Araújo, que vem sendo coerente e tecnico nas sentenças, garante o direito a LIBERDADE DE EXPRESSÃO do Portal CM7. Garantindo também o direito do cidadão eleitor de ser informado de tudo que vem sendo feito na campanha de Amazonino Mendes e as tentativa de esconder a verdade e calar a imprensa. 

ENTENDA O CASO: 

O que a coligação do Amazonino alega:

Que a representada Cileide Moussalem Rodrigues, por meio de seu
blog jornalístico CM7, na internet, publicou, na data de 24/9/2020, postagem com teor
negativo, ofensivo e falso contra o representante, candidato a cargo majoritário nestas
eleições, na página https://portalcm7.com/colunas/passando-a-limpo/apelou-
campanha-eleitoral-de-amazonino-mendes-e-feita-com-varios-perfis-fakes, com o título
Apelou: campanha eleitoral de Amazonino é feita com vários perfis fakes”,
matéria que, em seu sentir, além de caracterizar propaganda extemporânea, tem a
finalidade de atentar contra a honra de Amazonino Armando Mendes e articular
imagem negativa do candidato perante a opinião pública.

A SENTENÇA

A reportagem, intitulada Salientou que se pautou em apresentar “indícios latentes” de que perfis
falsos estariam interagindo com o perfil do ora representante, nas redes sociais – “o
que, como já dito, não imputa, necessariamente, responsabilidade a esse, o qual, para
ser responsabilizado, deveria ter prévia ciência ou ter consentido para o uso do
método de engajamento por perfis fakes”. 

Além disso, o interesse público contido na publicação deve sempre ser levado em consideração a fim de confrontar sua relevância social com as supostas ofensas por ela causadas; no mesmo sentido, exige-se que pessoas públicas demonstrem maior tolerância a críticas e ao escrutínio da sociedade, o que não foi observado no caso.