Futebol –  na tarde desta segunda-feira, véspera da decisão contra o Independiente, às 19h30 (de Brasília), no Pacaembu, pela partida de volta das oitavas de final da Taça Libertadores, a Conmebol julga o caso Sánchez em sua sede, em Luque, no Paraguai.

Carlos Sánchez teria sido escalado de maneira irregular pelo Santos no duelo de ida, na Argentina, que terminou empatado em 0 a 0. Se a Conmebol entender que o uruguaio estava sem condições legais em campo, o placar do jogo passará a ser 3 a 0 para o Independiente, e o Peixe precisará de uma vitória por quatro gols de diferença na próxima terça-feira, no Pacaembu, para avançar na competição continental.

O presidente José Carlos Peres, o gerente jurídico Rodrigo Gama Monteiro e o restante da equipe de defesa do Santos, incluindo Mário Bittencourt, ex-advogado do Fluminense, viajaram ao Paraguai no domingo e estão confiantes na vitória do Santos nos tribunais.

O Santos pediu à Conmebol que Sánchez cumpra um jogo de suspensão na partida contra o Independiente, terça-feira, às 19h30, no Pacaembu. O clube nega que tenha errado ao escalá-lo no primeiro jogo, na Argentina, e trata como “suposta” a penalidade ao jogador.

Na última sexta-feira, o departamento jurídico do Peixe enviou um ofício que faz parte da defesa, um documento com mais de 15 páginas, à Conmebol onde cita o caso envolvendo o argentino Bruno Zuculini, do River Plate. O jogador foi utilizado em todos os sete jogos da competição de 2018, mas ainda precisa cumprir duas partidas de suspensão por conta de uma expulsão em 2013, quando atuava pelo Racing.

A Conmebol, diferente do que aconteceu no episódio santista, assumiu a culpa e informou na noite desta última quinta-feira que o clube argentino não será penalizado. O Racing entrou com recurso contra não punição ao River por conta da escalação irregular. Com informações do Globo Esporte.