Dedé se sente perseguido pela arbitragem e vê influência política em duelos do Cruzeiro com o Boca - Portal CM7 - Notícias de Manaus e Amazonas

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Dedé se sente perseguido pela arbitragem e vê influência política em duelos do Cruzeiro com o Boca

Postado por Marcus Barros - 05/10/2018 11:37    

Futebol – O Cruzeiro empatou por 1 a 1 com o Boca no jogo de volta das quartas de final da Libertadores e acabou eliminado da competição. E, assim como no duelo de ida – que terminou com vitória argentina por 2 a 0 –, o zagueiro Dedé foi um dos protagonistas da partida, principalmente envolvendo a arbitragem.

Na Bombonera, ele foi expulso depois de uma trombada involuntária com o goleiro Andrada. Na ocasião, o juiz reviu o lance no VAR (arbitragem de vídeo) e decidiu por mostrar o cartão vermelho. A diretoria do Cruzeiro foi à Conmebol e conseguiu anular a suspensão de Dedé, fazendo com que ele pudesse estar em campo no Mineirão. E, mais uma vez, ele protagonizou novas polêmicas com a arbitragem. No primeiro tempo da partida no Gigante da Pampulha, dividiu com o goleiro e a bola sobrou para Barcos, que tocou para as redes. Antes de a bola entrar, no entanto, o árbitro Andrés Cunha parou, alegando falta de Dedé. Depois, na segunda etapa, o camisa 26 da Raposa, a exemplo do jogo de ida, foi expulso. Dessa vez, por dois amarelos. O defensor cruzeirense viu perseguição do árbitro contra ele.

– Eu acho que sim (teve perseguição). Toda jogada que eu fiz, o juiz deu falta. Teve um lance que o goleiro saiu, o zagueiro me puxou pela cabeça e ele deu falta minha. Eu avisei a ele para prestar atenção em mim também. Ele me avisou que a próxima vez que eu fosse à área ele ia me advertir. No segundo tempo, no primeiro lance que eu fui para a área, o goleiro socou e eu trombei, ele me deu amarelo. O goleiro se jogou, fingiu uma cabeçada, fez um drama, e o juiz me deu amarelo. Mas, enfim, tenho que parabenizar a equipe. Tentei fazer o meu melhor, mas infelizmente a gente nem sempre ganha.

Dedé considera que a expulsão nesta quinta-feira foi injusta e reclamou que o árbitro Andrés Cunha não deixou que ele lutasse nas bolas aéreas ofensivas do Cruzeiro. Para ele, o lado político teve influência nos placares dos dois jogos.

Fonte: Globo Esporte

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