Exercício Físico evita desenvolvimento de sintomas graves da Covid-19

Por Redação Lima em 13 de janeiro de 2021 às 8:03 | Atualizado 13 de janeiro de 2021 às 8:03

Brasil – Já é um consenso que o exercício faz bem à saúde física e mental. Sentimos bem-estar imediatamente após alguma atividade física e mesmo aquelas praticadas de forma breve e regular são benéficas. Quem se exercita em atividades regulares apresenta resultados de saúde mais desejáveis em uma variedade de condições físicas, incluindo melhor qualidade de vida, melhor capacidade funcional e melhores estados de humor.

Os resultados positivos são vistos também em populações com transtornos psiquiátricos, como depressão e alterações de humor; também em diferentes populações étnicas, gênero e diferentes idades.

Os exercícios também estão diretamente ligados à redução do estresse oxidativo, que é o desbalanço entre radicais livres e antioxidantes em nosso corpo, processo cujas consequências podem causar sérios riscos à nossa saúde, como doenças, envelhecimento precoce e morte celular. Alguns fatores contribuem para intensificação desse fenômeno, como estresse, poluição ambiental e pesticidas.

Uma revisão publicada recentemente mostra que o estresse oxidativo pode resultar em consequências que se agravam em condições patológicas como a SARS (Síndrome Aguda Respiratória Severa), que se desenvolve em alguns casos após o contágio pelo vírus SARS-CoV-2.

O EcSOD (do inglês extracellular superoxide dismutase), produzido naturalmente pelos nossos músculos, é um potente antioxidante que combate os radicais livres e protege nosso corpo contra doenças, sendo secretado na circulação para permitir seu espalhamento a órgãos vitais como o pulmão. O destaque é que sua produção é aumentada em decorrência do exercício físico cardiovascular.

 

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