Quem lembra: Será que Omar Aziz vai virar ‘pastor evangélico’ e aparecer ‘pregando’ em púlpito em 2022 ?

Por Henrique em 19 de novembro de 2021 às 17:35 | Atualizado 19 de novembro de 2021 às 17:40 Será que Omar Aziz vai virar 'pastor evangélico' e aparecer 'pregando' em púlpito em 2022 ?

Amazonas – Há três anos, em 2018, após anunciar pré-candidatura ao senado, o então atual senador “Maus Caminhos” Omar Aziz (PSD-AM) apareceu pregando em um púlpito de uma Igreja Evangélica.

A fato pitoresco, mesmo àquela época, foi motivo de risadas no Amazonas e chegou a viralizar em memes. Vendo a raposa velha da política atualmente, é difícil acreditar que Omar Aziz já se prestou ao papelão.

Semelhanças

Conhecido como um político de Centro, oportunista e dono de uma “fé” secular, Aziz é aliado de partidos de esquerda e centro que defendem desde o aborto e às restrições da prática da Fé, como deixou claro enquanto atuava como presidente de famigerada Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que defendeu a prisão do povo em casa enquanto morriam de fome sem poder trabalhar no meio da pandemia,  bem como também o encerramento de cultos e missas durante o período, deixando milhões de cristãos ao redor do país desamparados espiritualmente.

A foto de Aziz ‘pregando’, na verdade fazendo campanha dentro de uma igreja, é uma pérola tão grande como ter visto a abortista Manuela D’Ávilla e o marxista Haddad fingindo comungar em uma missa católica nas eleições de 2018. Ou a ex-guerrilheira Dilma perdida no meio da missa errando sinal da cruz, isso lá nas eleições de 2010. Oh, povinho oportunista. Nestas horas todos se convertem. Relembre:

 

Ideologias da fé morna  

Claro que, ainda para alguns, o fato de políticos se aproveitarem de espaços de comunhão com Deus talvez não choque tanto a percepção de alguns. Isto acontece em grande parte por conta da inversão moral nos nichos propagados pela ‘Teologia da Libertação‘, com clérigos formados nas teses marxistas atuantes no meio público como os hipócritas e mornos Frei Betto e Leonardo Boff. Por outro lado, assim também Aziz e outros ‘valdomiros’ não espantem mais também a muitos evangélicos secularizados com a teologia distorcida da ‘Prosperidade’, que tendem a ver a pobreza como demérito e comumente associam riqueza como sinal de virtude, sem lembrar que grandes cristãos e mártires viveram sobre voto de pobreza, sem grandes luxos, como o próprio Salvador. Mas luxo, por sinal, é tudo que político de esquerda quer ter pra si, mas não deixa ter para os outros – e o pior – usa a regulamentação do Estado, agora laicista, para deixar a todos no endividamento e na miséria material e moral.

Veja ai uma das estratégias dos socialistas marxistas e fabianos para tentar controlar as igrejas e manipular as pessoas: trabalhar com a dualidade, as polaridades e os extremos dos vícios humanos – o primeiro nicho citado, dos da Libertação, apela para o orgulho e falsa caridade. É aquela que dá e faz sempre questão de revelar que tá dando, ‘mostrando tanto a mão esquerda e a direita’ pra querer ser sempre bem visto como alguém bonzinho para os pobres, não aos olhos de Deus, mas aos olhos dos ricos.

O outro nicho por sua vez, o da Prosperidade, apela para avareza e a ganância, associando a fé quase que exclusivamente aos ganhos materiais como exemplos de virtude, tentando distorcer a imagem de Deus não o colocando mais com o Criador, mas como um grande secretário que tem apenas o papel de saciar vãs necessidades humanas. Este grupo dá muito mal testemunho e afasta diversas pessoas da conversão, além de terem muita dificuldade de ver em um voto de pobreza material como legítima virtude cristã. A estes, o próprio senhor Jesus Cristo dizia que é mais fácil que camelos conseguissem passar por uma estreia fresta num buraco de agulha, do que tal pessoa conseguisse adentrar as portas do Céu.

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