Luciano Hang não se intimida com Omar Aziz na CPI da Covid e deixa claro que é um homem íntegro

Por Bruno Almeida em 29 de setembro de 2021 às 11:39 | Atualizado 29 de setembro de 2021 às 11:39

Brasil – Nesta quarta-feira (29) o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, foi ouvido na Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19, no Senado Federal, em Brasília.

Na ocasião, o empresário esclareceu que, ao contrário do que a mídia esquerdista propaga, ele não é negacionista. Prova disso é justamente o fato que Hang entrou em contato com vários empresários para que a classe se unisse e comprasse a vacina contra a Covid-19, a qual ele é favorável.

Luciano pontuou ainda que as lojas Havan foram cedidas como pontos de vacinação. “Eu sou apenas perseguido por dar minha opinião, por sonhar em viver em um país melhor”, relatou o empresário.

Todas as acusações que envolvem o nome de Luciano e da Havan em um suposto ‘Gabinete Paralelo’, que financiaria fakenews, foram negadas. Vale ressaltar que Luciano é responsável por empregar mais de 22 mil brasileiros, sendo figura importante para a economia do país.

O empresário é alvo de uma suposta perseguição por parte do Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, senador Omar Aziz, por ser assumidamente eleitor do Presidente Bolsonaro. No entanto, Luciano não se intimidou perante o senador e continuou se impondo da sua forma, justa e honesta.

Na sessão, em uma tentativa de prejudicar Luciano Hang, Aziz então solicitou que um advogado do empresário saísse da sala da comissão.  “Não adianta reclamar que vai fazer do jeito que eu quero”, disse o Omar após ser questionado pela conduta rude frente a CPI. Após o conflito, a sessão foi suspensa.

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