Desde o inicio dos tempos, o homem tem aprendido chamar este habitat terreno de lar e, desde então, empreendeu um longo caminho na construção de um espaço geográfico e social que melhor adequa o que ele convencionou chamar de casa. Com o tempo, percebemos que além de adequá-lo as nossas necessidades materiais com intervenções de engenharia e arquitetônica, necessitamos resignificar o mundo que nos cerca para torná-lo mais sociável e leve, sobretudo em tempos de adversidade.

Parte do incremento da mola propulsora dessa “sociabilidade”, “leveza” e da cultura industrial pós-moderna, responsável pelo atual estado da humanidade, foi à desconstrução do mundo teogônico original do pós-gênesis, onde não existia a disputa diuturna pelo “valor social”, este por sua vez prende o homem no status quo. O mundo tornou-se um lugar de perseguição, de um objetivo social dicótomo ao mundo originário e idealizado por Deus.

A Bíblia nos remete a um mundo onde não há disputas sociais, ideológicas e muito menos materiais e nos diz que devemos replicar o reino dos céus na terra, se esses conceitos fossem levados a sério construiríamos um mundo melhor, a construção desse mundo ideal se inicia no campo das atitudes, é uma questão intrínseca, é um fator subjetivo, pois o maior problema da humanidade não está no ambiente e sim no residente (alma).

Precisamos fazer uma autoanálise de nossas atitudes e comportamentos a fim de chegarmos ao um padrão ideal e isso só é possível, quando observamos as leis e os estatutos, bem como a práxis da palavra de Deus.

José de Arimateia Viana

  • Escritor e Palestrante
  • Bacharel e Mestre em Teologia
  • Administração em Recursos Humanos

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