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Dólar turismo é cotado abaixo de R$ 4

Da redação | 04/03/2016 14:50

RIO – Acompanhando a queda do dólar comercial, a cotação do dólar turismo também recuou nesta sexta-feira, e a moeda estava sendo vendida abaixo de R$ 4 em algumas casas de câmbio no início da tarde. Ontem, o dólar turismo já havia encerrado cotado a R$ 3,95 na compra e a R$ 3,65 na venda — menor valor para compra desde o dia 7 de dezembro de 2015. De acordo com média calculada pela CMA Solutions com base em dados de casas de câmbio, o dólar turismo alcançou sua maior cotação do plano real no dia 21 de janeiro quando fechou a R$ 4,36.

No início da tarde desta sexta-feira, o Banco do Brasil vendia a moeda americana a R$ 3,82 em espécie e a R$ 3,79 no cartão, mais a incidência de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que é de 0,38% para operações em dinheiro e de 6,38% para as efetuadas em cartão de débito.

Na casa de câmbio Western Union, o dólar turismo era vendido a R$ 3,95 em dinheiro a R$ 3,90 no cartão, mais a incidência de IOF. A Europa Câmbio praticava taxas um pouco melhores, vendendo a R$ 3,91 em dinheiro e a R$ 3,89 no cartão (mais IOF).

Há também casas que já incluem o IOF na cotação, o que faz os valores aumentarem, como na Ultramar, onde o dólar turismo sai a R$ 4,20 no cartão e a R$ 3,88 no dinheiro.

Após a Polícia Federal lançar nova fase da Operação Lava Jato, que tem como alvo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cotação do dólar comercial teve forte queda e chegou à menor cotação do ano. A moeda era cotada a R$ 3,7359 na compra e a R$ 3,7348 na venda às 13h desta sexta-feira. Na mínima, porém, a divisa chegou a cair a R$ 3,656. Já a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) também disparou, chegando a subir 6%.

O mercado financeiro, em sua grande parte, é crítico à política econômica da presidente Dilma Rousseff e costuma reagir de forma positiva a notícias desfavoráveis ao seu governo.

— Notícias como essas levam o mercado a enxergar uma ampliação nas chances da troca de comando na Presidência, o que pode abrir caminho para alguma solução ao problema fiscal no Congresso. Mas, por enquanto, é difícil dizer se isso vai mudar, é preciso acompanhar os desdobramentos dos próximos dias — disse Thais Marzola Zara, economista-chefe da Rosenberg Consultores. — O tom das próximas sessões deve ser de muita volatilidade.

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