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Briga judicial na Faculdade ESBAM suspende aulas e alunos são prejudicados

Por Redação em 27 de fevereiro de 2018

Manaus – Envolvida em problemas trabalhistas e disputa de propriedade na Justiça, a direção da faculdade Escola Superior Batista do Amazonas (Esbam) suspendeu as aulas na tarde desta terça, dia 27.

De acordo com aluno da Esbam, uma equipe de oficiais de Justiça e de policiais chegou à sede da faculdade, no bairro Adrianópolis, em Manaus, e logo em seguida a direção afixava aviso no portão comunicando que hoje não mais haveria aula em função de auditoria que seria realizada.

Segundo a fonte, os policiais teriam informado que armários seriam arrombados para a realização da auditoria nesta terça.

Alegando que a direção não informa exatamente a razão da inspeção que suspendeu as aulas, aluno disse que o que sabe é que a Esbam foi vendida para um grupo empresarial. Como esse grupo não teria cumprido cláusulas contratuais, a Justiça teria devolvido o comando para o antigo dono, que seria Elizeu Lima.

Hoje, em cumprimento de liminar, Elizeu seria afastado para assumir o comando da Esbam um interventor neutro entre os dois grupos litigantes.

O atual diretor é Amós Santos. Segundo um dos coordenadores de cursos da faculdade teria revelado, a preocupação dos alunos é que a Esbam volte para as mãos de Elizeu Lima, que a teria vendido em estado de falência.

Disse a fonte que a intervenção devolve o clima de insegurança nos alunos quanto ao futuro dos cursos. E esperam que a nova direção faça um esclarecimento público sobre a real situação da Esbam.

Queixa de aluno

No final do ano passado, um estudante fez uma reclamação pública que atinge a direção da Esbam no site Reclame Aqui. Confira:

Manaus – AM ID: 30974791  06/12/17 às 13h44

Prezados bom dia,

Formalizo esta reclamação em função de situações ocorridas na Escola Superior Batista do Amazonas – ESBAM, localizada na cidade de MANAUS Estado do AMAZONAS.

Sou aluno do curso de Medicina Veterinária da referida Instituição, turno Matutino, Matricula 1xxxx, CPF xxxxxxxx e tenho sofrido com retaliações por parte do Professor Gersonval Leandro Montes, Mestre da referida Insituição ESBAM.

Ocorre que, em sala de aula, tenho sofrido indiferenças perante a turma. Tal indiferença faz com que o clima para estudo seja o mais desfavorável possível.

Encaminho esta ouvidoria em função de todas as alternativas terem sido satisfeitas em regimes acadêmicos e pedagógicos. As tratativas para solução do problema já foram encaminhadas ao Coordenador de Curso – Sr. Alan Soares e do Coordenador de Ensino da IES – Sr. Valdir Pavanello Júnior e, não tive solução da demanda. Estou lutando com as indiferenças a mais de 6 meses com o referido Prof. Gersonval e não tenho resposta em função do descaso da IES para com os alunos!

Acontece que ocorre descaso com o problema, em função da solução não ter efeito por estarmos em época de provas e exame final e ainda tenho que escutar o seguinte comentário do Coordenador de Ensino (Geral):

“… não vou conversar com ele agora pois estamos em período de prova e por este motivo o Professor pode querer prejudicar a turma…”

Cabe salientar que não posso me prejudicar por uma postura desta natureza se tratando de um profissional da EDUCAÇÃO! Tenho sofrido com essa situação o que tem me abalado e desta forma, tenho perdido rendimento em sala de aula.

Alguns pontos precisam ser informados acerca das questões pedagógicas:

De acordo com o calendário acadêmico da IES, as datas não são atendidas para com os alunos a saber:

1. Notas lançadas fora do prazo conforme calendário acadêmico;

2. Inexistência de solução da Prova em sala de aula para dirimir dúvidas dos discentes;

3. Brincadeiras pesadas impróprias para o ambiente de sala de aula. (Ex. “… A companhia com a qual andas, vai te prejudicar…” Relato proferido a outro discente colega de turma.

Enfim, gostaria de uma solução pois, estou sendo prejudicado, coagido, tratado com indiferença perante a turma o que é passivo de dano moral em justiça comum.

Segue meu descontentamento e o descaso da IES (ESBAM) para com a minha formação profissional. Não sou pessoa de má indole, tenho família e fui muito bem educado. Estou apenas em busca dos meus direitos legais.

Solicito urgência na tratativa.

Com os melhores cumprimentos,

Jarlyson Maia Moreira

Fonte Portal do BNC





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