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Pacientes são agredidos e maltratados no Hospital de Jutaí; Veja fotos e vídeo

Pai e Filha são agredidos e maltratados em hospital.

Da redação | 24/11/2017 11:45

Foto: Divulgação

Amazonas – Recebemos uma denúncia através da na nossa página no Facebook do Sr. Eugênio Luz que conta que sua esposa, Betina Cavalcante, junto com seu pai, José Filho, foram maltratados e agredidos no Hospital do município de Jutaí.

Betina Cavalcante lançou uma nota onde fala de toda a agressão e maus tratos que ela e seu pai sofreram. Veja a nota na íntegra, as imagens e o vídeo onde mostra a agressora.

Eu, Betina Cavalcante, Venho através desta expressar minha INDIGNAÇÃO e REPÚDIO diante da ATITUDE DESUMANA, IRRESPONSÁVEL e CRIMINOSA de pessoas que deveriam CUIDAR e não MAUTRATAR a quem necessita de cuidados. Afinal todos os colaboradores da área da saúde fazem um juramento antes de exercer qualquer função em uma unidade hospitalar. Meu Pai foi MALTRATADO e eu fui AGREDIDA por uma funcionária, despreparada, desumana e medíocre da Unidade Hospitalar de Jutaí-AM que estava mais preocupada em trocar SMS NO CELULAR do que fazer o seu trabalho que deveria ser “HUMANIZADO”. Vejam vídeo abaixo. Nesta Sexta-feira dia 17 de novembro por volta de 15:20 meu pai José Filho que é diabético, havia recebido alta da unidade hospitalar de Jutaí, onde o mesmo é funcionário e já havia sido internado varias vezes ao longo das últimas semanas por conta de uma dor que vai do quadril até o pé direito que ninguém consegue diagnosticar, impossibilitando – o de sentar, andar e trabalhar. Tudo começou quanto o mesmo recebeu alta e foi praticamente expulso do local, eu pedi para que a funcionaria conhecida como Luzeni aferisse a glicemia dele antes de ser liberado, pois na ultima aferição de glicemia o resultado foi de 390mg/dl, porém, a mesma se recusou a realizar o procedimento. Diante da situação, fui solicitar a ambulância para deixa-lo em casa, já que de moto e carro comum é difícil pois ele não consegue sentar. Ao fazer a solicitação do transporte fui informada que o condutor da ambulância havia faltado e um dos responsáveis pela direção do hospital pediu para que esperássemos até que alguém aparecesse para conduzir a ambulância, o que não aconteceu. Enquanto isso meu pai ficava lá fora, apoiado a porta da ambulância e impossibilitado de andar e sentar por conta da dor que so aumentava a cada instante. Decidimos então entrar no hospital e pedimos que o colocasse em uma maca para esperar pela ambulância, quando a funcionaria conhecida como Luzeni falou que ele estava fingindo estar com dor, diante disso eu resolvi gravar o que ela estava falando, quando a mesma me agrediu partindo para cima de mim pra quebrar o celular, mas eu puxei e fui para outro lado, nesse momento, ela veio por trás e me agrediu novamente com um tapa na região do pescoço, em seguida tentou me agredir novamente pela 3° vez, mas algumas pessoas que presenciavam o ocorrido me tiraram de perto. No final meu pai foi para casa de moto, de maneira improvisada por conta da dor. A noite, a dor aumentou de uma forma que meu pai desmaiou e meu irmão foi ao hospital para que mandassem a ambulância para leva-lo de volta ao hospital, já que este é o único hospital da cidade. Mas a resposta que deram foi que a ambulância estava quebrada. Pedimos ajuda aos meus tios, que foram la e exigiram atendimento, quando médico que estava de plantão afirmou que meu pai NÃO estava com dor e que nem aplicaram nenhum medicamento nele, apenas diluente para ver se estava com dor mesmo ou apenas preguiça de trabalhar. Depois disso meus tios voltaram com ambulância e por incrível que pareça CONSERTADA. Diante desta triste situação, que eu jamais imaginei acontecer comigo e minha família.

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