Casal irrita manauaras ao falar mal da cidade durante uma sessão de cinema em um shopping

Um casal, ainda não identificado, causou indignação nos manauaras pelas declarações feitas a respeito da cidade durante uma sessão de cinema em um shopping da zona sul da capital.

De acordo com um relato na rede social Facebook, durante a exibição do filme “O Chamado 3”, o casal teria se irritado com as risadas de um grupo de amigos nas primeiras fileiras da sala de cinema e então dado início a uma série de xingamentos. “Que inferno de cidade”, “Bando de índio”, foram algumas das frases que teriam sido pronunciadas pelo casal revoltado.

Nossa reportagem não conseguiu localizar o casal para comentar o caso até o fechamento desta publicação.

Confira o relato na íntegra abaixo:

Vocês estão vendo esses dois nojentos (seres superiores *cof*)? Hoje fui ao cinema assistir ao filme “O Chamado 3” com minhas amigas. Tinha um grupo nas primeiras fileiras rindo e demonstrando supresa em algumas cenas, daí esse sujeito super educado da foto começou com “cala a boca, bando de criança do c*ralho” “que inferno de cidade” “bando de índio”, logo as pessoas não suportaram aquilo e responderam com “volta pra São Paulo então” “já partiu pro preconceito” “que falta de respeito”. Logo em seguida, quando estávamos saindo do banheiro, essa moça – também muito educada – falou que “o povo daqui tem um sotaque ridículo”. Infelizmente vai ter a foto publicada, mesmo cobrindo o rosto. Nitidamente percebemos que não importa onde estejamos, o preconceito sempre vai estar presente. A pessoa vem pra um estado diferente, que tem uma cultura diferente, costumes diferentes, pra ficar julgando e ofendendo todos que a constituem. Independente de sermos daqui (de Manaus) ou não, temos que perceber que respeito ao próximo (e à sua cultura) é algo que deve ser cultivado todos os dias, se você vai pra outro estado, seja pra visitar ou residir, tem que estar aberto a conhecer e aceitar os costumes do local. Se uma pessoa faz uma coisa dessas em um cinema, na frente de mais de 50 pessoas, imaginem o que ela faz em outras ocasiões. É o preconceito nosso de cada dia.

Fonte Holofote

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