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Vereadora eleita para defender a causa animal, esquece a causa e mostra falta de preparo e capacidade política após 5 meses de atuação

Da redação | 30/05/2017 19:07

A causa animal virou bandeira política, transformado em nicho eleitoral para uma série de candidatos que concorreram uma vaga na Câmara.

A vereadora Joana D’arc (PR) eleita para defender a causa animal, tem mostrado despreparo e falta de capacidade política após 5 meses de atuação da Câmara de Manaus, faltando propostas da mesma na Câmara para o bem estar animal, após eleita, mostra falta conhecimento, propostas e sugestões para ajudar protetores da causa animal que tem defendido a causa com dificuldade e com recursos próprios, muitos tem reclamado da atuação da vereadora.

Segundo um protetor que não quis se identificar, ele diz que a vereadora Joana tem feito oposição ao prefeito por conta dela apoiar Marcelo Ramos (PR), esquecendo então causa animal, um fato aconteceu na manhã desta terça-feira (30), a vereadora perdeu o controle emocional durantes sessão da Câmara Municipal de Manaus (CMM). A parlamentar subiu na tribuna e ofendeu seus colegas de casa.

Joana na última eleição apoiou um candidato a Prefeito, após a eleição continua fazendo o que fez durantes a eleição, sendo algo parecido do que um cabo eleitoral faz, além de mostra falta de capacidade política e desconhecimento ao regimento interno da Casa, várias vezes sobe à tribuna e à mesa diretora para forçar a palavra. A vereadora mostrou descontrole em todo momento e mesmo recebendo permissão para falar da tribuna a questão de ordem, ainda se alterou, questionou prazos e acusou a Casa de parcial por não agir de acordo com sua vontade.

Joana D’arc mostrou, ainda, total quebra de decoro ao perder total respeito pelo parlamento municipal, utilizando frases que ofenderam a Casa e, ainda, gerando bate boca no recinto. Ao ser eleita e tomar posse, Joana jurou adotar conduta adequada na Casa. Ao ofender colegas de parlamento e ferir de diversas maneiras o código, ficou sujeita a crime contra a instituição que jurou.

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