Rotta avalia impactos das ações preventivas da Prefeitura para a cheia de 2017

Em reunião na manhã desta terça-feira, 6/6, o vice-prefeito e secretário municipal de Infraestrutura, Marcos Rotta, avaliou os impactos das ações preventivas à cheia, implementadas pela Prefeitura de Manaus desde janeiro deste ano. Para ele, o plano de prevenção determinado pelo prefeito Arthur Virgílio Neto minimizou os prejuízos ao comércio no centro da cidade e, principalmente, à população que mora nas áreas tradicionalmente afetadas.

“Estamos acompanhando diariamente a subida do rio e, em janeiro, o prefeito Arthur Neto determinou que antecipássemos nossas ações de prevenção à enchente, na tentativa de minimizar os efeitos e prejuízos à população. Hoje, com a cota a 29 metros, verificamos que o plano de prevenção atingiu a meta”, avaliou Rotta.

O vice-prefeito explicou que a prefeitura montou uma força-tarefa, composta pelas secretarias municipais da Mulher, Assistência Social e Direitos Humanos (Semmasdh), Limpeza Pública (Semulsp), Infraestrutura (Seminf) e Defesa Civil, que criou um plano de prevenção à cheia.

“A Defesa Civil fez o mapeamento das áreas que seriam afetadas. Com base nisso, cada uma das pastas antecipou seus respectivos serviços, como a retirada de lixo da orla do rio Negro, limpeza e dragagem de igarapés, cadastramento de pessoas no Aluguel Social e construção de pontes em áreas iminentes a alagações. Essa ação integrada evitou maiores prejuízos para o comércio do Centro de Manaus e aos moradores das margens do rio Negro”, ressaltou Rotta.

Embora o rio tenha atingido a cota de 29 metros, algumas áreas da cidade não sofreram com as alagações como em anos anteriores. “A antecipação da dragagem de igarapés, associada à retirada de lixo, minimizou, e muito, os efeitos da cheia à população. Na rua dos Barés, no Centro, por exemplo, não foi necessária a interdição, muito comum no passado. Isso porque, embora o nível do rio tenha transbordado, não houve registro de grandes alagações ou rastros de lixo”, explicou secretário-chefe da  Casa Militar, coronel Darcelo Gomes.

Balanço

Ao todo, foram dragados 45 igarapés em áreas iminentes e construídos três quilômetros de pontes, em caráter emergencial. A prefeitura também realizou o cadastramento de 2.610 familias para recebimento de eventual ajuda. Outras 582 imóveis foram visitados, mas os proprietários não foram encontrados nas residências. Além disso, mais 500 famílias da zona Ribeirinha também devem ser beneficidas.

“Mais uma vez, a decisão acertada do prefeito Arthur garantiu segurança à população que mora às margens do rio Negro. A Semmasdh realizou o trabalho de cadastramento das famílias no Aluguel Social para atendê-las antes de serem atingidas pela cheia”, finalizou o secretários da Semmasdh, Elias Emanuel.  

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