Greve geral atrapalha transportes e trava principais bairros de Manaus

Paralisação

Funcionários de serviços de saúde, segurança, transporte público e educação prometeram aderir à paralisação, em Manaus, em protesto contra as reformas previdenciária e trabalhista, acompanhando movimento paredista em todo o País. Na manhã desta sexta (28), manifestantes se reuniram na Rotatória da Suframa. Linhas do transporte especial e coletivo ficaram paradas no local e vias foram bloqueadas.

Em Manaus as empresas de ônibus Açaí e Líder, que atendem as zonas oeste, centro-oeste e norte de Manaus, paralisaram 100% da frota nesta sexta-feira (28), segundo informações do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram). Açaí opera com 17 linhas e 115 carros, já a Líder, tem 20 linhas com 90 carros.

As empresas descumpriram a determinação do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) de operar com 70% da frota em horários de pico e 50% nos demais horários. A decisão ocorreu após o Sinetram acionar a Justiça do Trabalho devido ao anúncio de paralisação dos Rodoviários, que aderiram ao movimento de greve geral realizado nesta sexta-feira.

 

Na Bola da SUFRAM

 

Os grevistas prometem se reunir, durante a tarde, na Praça Heliodoro Balbi, conhecida popularmente como ‘Praça da Polícia’, no Centro de Manaus, e seguem em passeata pelas ruas próximas à praça.

Um grupo com cerca de 40 pessoas, segundo a Polícia Militar, participou nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (28), do movimento de greve geral,  liderado por centrais sindicais da categoria dos metalúrgicos. Conforme o presidente do Força Sindical, Vicente Filizzola, até às 6h da manhã, o total de manifestantes era de 500 pessoas.

A rotatória da Suframa está com três faixas bloqueadas pelos manifestantes. Segundo a União Geral do Trabalhadores (UGT-AM), mais de  200 ônibus da linha do transporte especial estão parados no local.

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