Governador David Almeida estuda a redução do contrato da Umanizzare, anuncia mais mudanças e novos projetos


Manaus/AM- O governador do Amazonas, David Almeida, vai se reunir nessa quinta-feira (01) com técnicos do governo para fechar a dimensão dos cortes que planeja realizar nos custos da máquina pública e, até sexta-feira (02), deve anunciar mais mudanças em sua gestão e projetos na área de saúde e segurança do Estado.

David Almeida esteve na Assembleia nesta terça-feira(30) e disse que em sua gestão vai lutar para colocar o hospital Delfina Aziz em pleno funcionamento, com todos os seus 11 centros cirúrgicos atendendo à demanda de média e alta complexidade nos próximos meses.

Reforçou ainda que outra meta na saúde é a aquisição de tomógrafos para os municípios de Parintins, Itacoatiara, Tabatinga, Tefé e Humaitá, que funcionarão como polos para os exames tomográficos, atendendo à população das calhas dos rios Amazonas e Madeira.

O governador anunciou também na área da segurança pública, os projetos Manaus Segura e Interior Seguro, que terão reforço de equipamentos já a partir da próxima sexta-feira, quando serão entregues cem motos e cerca de 60 novas viaturas, de um total de 283 adquiridas pelo governo. Num prazo de 15 dias, o helicóptero adquirido para a SSP vai estar pronto para entrar em operação, dando suporte aéreo às ações de combate ao crime na região metropolitana.

David Almeida (PSD) anunciou novos programas direcionados para a saúde e segurança e afirmou que estuda diminuições em contratos do governo. Uma delas é a redução do contrato com a empresa Umanizzare, envolvida no escândalo da Operação Maus Caminhos da Polícia Federal. Um estudo já está sendo feito para definir a dimensão do corte.

O governador também adiantou que vai rescindir o contrato com o aluguel de um jatinho particular para as viagens ao interior e que em vez disso, vai usar voos comerciais ou em aviões mais baratos.
David Almeida aproveitou a ida à Assembleia para explicar o porquê de enviar uma mensagem à casa solicitando a troca do agente financiador de um empréstimo de R$ 300 milhões. “Seria a Caixa Econômica Federal, e a nossa proposta é que fosse no Banco do Brasil. Essa mudança aconteceu, uma vez que os trâmites no Banco do Brasil são mais céleres”, disse.

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